Segurança estatal
Grandes tragédias são sempre seguidas de comiserações. Condolências aos familiares dos jovens que não resistiram à fatalidade que ocorreu em Santa Maria (RS). Depois vêm à tona os questionamentos: De quem é a culpa? Será que é do alvará vencido? Dos donos da boate? Dos músicos imprudentes? Da legislação? O que me chama a atenção é a atuação do Estado como garantidor de segurança para os cidadãos. Só porque determinado estabelecimento comercial está de acordo com as formalidades burocráticas estatais (alvarás, licenças, etc.), não quer dizer que possamos frequentá-lo tranquilamente. Talvez, se seguradoras privadas fossem responsáveis pela verificação e inspeção da segurança do local, tais indagações seriam facilmente respondidas. Qualquer seguradora séria exige de seus segurados condições de minimizar os riscos de danos materiais e morais, diminuindo a possibilidade de arcar com possíveis contratempos, aumentando a segurança das pessoas. Com isso, há garantias de que prejuízos ocasionados serão indenizados pelos responsáveis. Quando órgãos públicos são responsabilizados (civil, penal, pecuniária) a verdadeira arte de bazófias e esquivas é aplicada com primor. Tergiversar de suas obrigações é mais simples do que resolver a questão. É uma balela sem precedentes continuar acreditando que o Estado é o "salvador", o "garantidor da paz" e o solucionador de todos os problemas.
MATHEUS WILSON F. SOUZA (estudante de Direito) – Londrina

Poluição sonora
Com respeito à reportagem "Falta fiscalização contra som alto" (Cidades, 31/1) sobre poluição sonora, gostaria de acrescentar o que um médico de nossa cidade me disse: "Dentro de cinco anos, essas pessoas que andam de carro com o som acima do normal terão problema auditivo ". Essas pessoas sabem disso. Fiquei abismado ao passar por um carro em tal situação na esquina da Rua Pernambuco com a Sergipe. Dois rapazes conversavam gritando, pois nem eles próprios conseguiam ouvir o que outro falava. As lojas que vendem esses equipamentos deveriam ser alertadas sobre as diversas faces que o problema envolve. Um outro rapaz de carro com uma criança de no máximo 3 anos ao lado, e podia-se ouvir o som a quarteirões de distância. O que uma pessoa como essa tem na cabeça?
RONALDO GERARD (auxiliar de escritório) – Londrina

Placa mentirosa
Houve um tempo em que era moda ao perguntarmos alguma coisa para alguém ,diziam: olhe as placas ou pergunte para os universitários. Não se pode fazer isso na esquina das ruas Benjamin Constant com a Rua Belo Horizonte. É que existe ali uma placa com a grafia errada:" Rua Belo Horiozonte". Já passaram duas gestões de prefeitos e o erro não foi consertado. Será que vai passar mais uma administração para depois ser corrigida?
OSVALDO SANTOS JR (arquiteto) – Londrina

Recape de ruas
É uma vergonha fazerem recape nas ruas do Vale Cambezinho que sequer têm um pouco de asfalto para dar um pequeno remendo. Já vieram todas as TVs de Londrina, os jornais, especialistas e todos comprovaram que não havia mais condições e teriam que fazer novamente o asfalto. Na última terça-feira, puseram poucos remendos e nem passaram o rolo compressor. É um absurdo. Já faz mais de 5 anos que estamos brigando com a prefeitura e até agora só promessas. Gostaria que o prefeito Alexandre Kireeff viesse ver as condições desse bairro. Assim não gastaria dinheiro para fazer essa porcaria que está sendo feita.
AMORITA CORRÊA RAPHAEL (promotora de eventos) - Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­derão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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