Revendo valores
Tantos milhões de reais são investidos para realizar a Copa de 2014, tantas mudanças são feitas nas cidades que serão sede, mudanças superficiais aos olhos de quem realmente mora no país. Já parou para pensar que imagem passamos para o mundo? Enquanto todos estão preocupados em passar uma "boa imagem" para os estrangeiros, acabam deixando de lado coisas que realmente são importantes e que valem a pena ser mudadas. Para que dar aulas de inglês para prostitutas? O dinheiro que vai ser investido nisso, cairia muito bem para melhor na saúde e na educação. Ao invés de investir nas garotas de programa, vamos investir nas crianças que estão nascendo, nos jovens que estão querendo mostrar seu trabalho. É por esse e outros motivos que muitas pessoas vão para fora do nosso país, porque sabem que lá pessoas que realmente querem mostrar ou fazer alguma coisa boa têm valor.
STEFANY AREND (estudante) – Pitanga

Boas parcerias
Imagino que a CMTU tenha feito parceria com São Pedro e a coisa não deu certo. Realizaram corte de grama ao longo da Dez de Dezembro no final de ano, com aquele tratorzinho joga o material cortado por todo lado, principalmente ao longo das sarjetas que conduzem as águas pluviais para as galerias. O divino prestador de serviços mandou chuva sem retirar o produto do corte e lá se foi o mato entupir as galerias de nossa bela avenida. Ainda bem que a referida via não tem problema de escoamento!
RUBENS ROMAGNOLLI (engenheiro civil) - Londrina

Ética no serviço público
Bastante interessante a explanação sobre ética feita pela professora da UEL Neusa M. O. Massarutti no artigo "Momento ético para Londrina" (Espaço Aberto, 7/1), porém querer colocar os mesmos princípios éticos de uma empresa privada em na administração pública onde já existe código de ética é um pouco complicado. A gestão pública é regida por um estatuto, ou seja, já existe uma lei de condutas e costumes. Talvez, fosse importante salientar que o que devemos fazer como cidadãos - e acredito que seja também a intenção da professora - é alertar a população para cobrar que sejam cumpridas as leis já existentes, que não fechemos os olhos e nem calemos a voz para exigir o que é nosso de direito, cobrar clareza nas ações daqueles que trabalham em nosso favor para que a conduta ética já existente seja exercida.
RAFAELA BONEZZI JUNQUEIRA SCICCHITANO (secretária executiva) – Londrina

Pirataria
Concordo com o editorial "Pirataria e consumismo" (Opinião, 10/01), ao afirmar que o consumo de produtos falsificados está ligado a uma demanda comportamental por parte de boa parte da população. Um dos argumentos mais ouvidos daqueles que adquirem produtos piratas, é de que os originais são mais caros. Não concordo quando tais produtos são CDs, DVDs entre outros artigos. É possível encontrar, em grandes redes de departamento, filmes e discos por preços tão baixos, quantos os ilegais encontrados nas "esquinas". O grande problema da pirataria no Brasil, é, antes do peso econômico, o fator cultural de como lidamos com a questão da "ética-consumo". Deixamos de lado os riscos que produtos, como perfumes e calçados falsos, podem acarretar a nossa saúde, assim como a ilegalidade em comprar filmes e jogos pirateados por exemplo. Não tenho dúvidas que o imposto embutido em determinados produtos são fora de nossa realidade. Mas o empecilho de comprar algo de procedência duvidosa (leia-se pirata), já não é aceito hoje em dia. O correto é seguir uma premissa radical ao se deparar com um produto original e caro: se não posso comprá-lo, fico sem.
ALLYSON DOLENGA (estudante universitário) – Curitiba

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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