Falta de lixeiras
A respeito do comentário da jornalista Phoenix Finardi (Opinião, 9/1), quero me solidarizar a sua solicitação de lixeiras nos espaços públicos de nossa cidade. Só não posso concordar com a ideia de colocar dejetos de cachorros nas lixeiras. Não é na lixeira pública que este tipo de material deve ser jogado, nem mesmo nas lixeiras de casa. O material recolhido das necessidades fisiológicas dos bichos de estimação deve ser jogado no vaso sanitário e dispensado pela descarga na rede de esgoto. Imagine se é justo um trabalhor da coleta se deparar com saquinho cheio de fezes de um cão o outro animal qualquer. Vamos brigar pelos nossos direitos sim, mas vamos caprichar ainda mais em nossas obrigações como cidadãos que estaremos dando grande contribuição para o mundo.
PAULO MAURICIO ACQUAROLE (aposentado) - Londrina

Aí tem!
Nada contra os corintianos e os jogadores, tanto que se trata de um excelente time de futebol e uma torcida que sempre apoia a equipe. Mas de alguns anos para cá, o clube vem de uma ascensão financeira descabida para os padrões futebolísticos. Talvez a explicação esteja na ida do seu ex-presidente André Sanches para a CBF e a isenção total de tributos e impostos concedida na construção do Itaquerão, muito bem "arquitetada" entre o então prefeito Gilberto Kassab e o ex-presidente Lula. Também, através do "eu não sabia", firmou-se um contrato de patrocínio milionário com a Caixa que, a meu ver, deveria preocupar-se com o bem público e não com interesses privados. Pelo que se percebe, não só os corintianos, mas todos nós, torcedores de outros clubes, estamos pagando o "Pato".
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

‘O ano não começa só após o Carnaval’
Interessante o artigo "O ano não começa só após o Carnaval", do consultor Wellington Moreira (Espaço Aberto, 8/1), referente aos quase 50 dias de ociosidade do início do ano. Porém, o paradigma dessa paralisia operacional, na cabeça do brasileiro, dificilmente será quebrado. Sem contar que os principais clientes estarão curtindo merecidas férias, com seus filhos (também em férias) na praia. A justiça, que o ano inteiro caminha na marcha lenta, em janeiro, aciona os freios estacionários e cerra as portas de vez. E como apresentar, no trabalho, novas ideias ao chefe? O substituto imediato não terá competência para analisar seus projetos e tende a engavetá-los, isso se não "arquivar" naquele cesto redondo ao lado da mesa. É evidente que existe vida antes do Carnaval, a Terra segue girando em rotações e translações, assim como "o tempo não para" (diria o poeta!), contudo, valeu a dica de aproveitar o marasmo dessa época para, pelo menos, iniciar os devidos planejamentos.
JOÃO CANDIDO DA SILVA NETO (eletricitário) – Santo Antônio da Platina

Homem de Deus
Não sou católico, respeito todas as religiões, não importando qual Deus alguém esteja cultuando, portanto, não sou suspeito e falo com isenção do texto de Dom Orlando Brandes sobre "Os magos e a fé" (Espaço Aberto, 5/1). Não o conheço pessoalmente, mas acompanho os seus escritos permeados de grande sabedoria, pena que é apenas uma vez por semana. Dom Orlando retratou com propriedade ímpar o caminho dos três reis magos até Jesus, estabelecendo de forma magnífica esta trajetória com a fé. Fomos brindados ainda no dia 4/1 com o artigo do padre Manoel Joaquim falando também de maneira sábia sobre as mazelas do poder instituído em nosso país. Ambos escrevem palavras que edificam e alegram nossos corações.
OSVALDO DE ALMEIDA SOUZA (professor) – Porecatu

Correção
- Diferentemente do publicado hoje na reportagem "Educação sexual no dia a dia" (Cidades), o livro da psicóloga Mary Neide Figueiró só será distribuído para bibliotecas

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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