Plano Diretor
Mais uma vez o cidadão londrinense vai pagar a conta pelos serviços não prestados pelos vereadores. O arquivamento do Plano Diretor Participativo que prevê a regulamentação da Lei do Uso e Ocupação do Solo (zoneamento) dá os parâmetros construtivos de casas, comércio e indústria para as áreas urbanas e de expansão urbana. O arquivamento desta lei inviabiliza a aplicação de outras leis e recebimento de recursos. Afinal, quem poderia dar o fim a essa palhaçada, seria o Ministério Público? Seria a população prejudicada? Estou tendo a certeza de que Londrina é igual a Serra Pelada onde ''pessoas'' só vêm pegar nossa riqueza. Quem faz planejamento urbano? São os vereadores? Há leis que beneficiam uma pessoa e prejudicam muitos. Afinal, que cidade é essa? Acho que os vereadores devem pagar do bolso o prejuízo aos cofres municipais ou vai sobrar para a população?
ÂNGELO CESAR MENEGHETTI (artista plástico) - Londrina

Estamos de olho
Boas-vindas aos escolhidos para administrar Londrina. O povo espera que façam direitinho e nos princípios legais esta árdua tarefa que lhes foi confiada pelo voto. Não esqueçam jamais que a lei não é cega e graças a Deus temos uma parcela da imprensa que escreve e fala em busca da veracidade dos fatos. Na frente caminha o Gaeco que assusta os corruptos. Estão querendo acabar com este elo legal que busca a justeza e o cumprimento da lei. O povo está vigilante e quer uma nova era de desenvolvimento. É a voz do povo que clama enxergando, denunciando em busca da verdade. O progresso, a paz e a harmonia na família londrinense acontecerão se atos ilegais não forem praticados pela insensatez política. Olhem Londrina que tem muitas necessidades. Olhem seus bairros, vejam o que pode ser feito para melhorar as condições de vida. Seus cargos políticos são passageiros. Que erros de ontem não se repitam hoje. É isso que o povo quer, estando cada vez mais de olhos abertos e que sob hipótese alguma o bom senso permita o fim do Gaeco.
OSVALDO CARDOSO RIBEIRO (jornalista) - Londrina

Tributos na nota fiscal
Foi criada uma lei para informar a tributação na nota fiscal. Não deixa de ser um ato importante. Contudo, o que realmente interessa ao povo é saber onde esses tributos que pagamos são aplicados.
TOCHITANE MITSI (gerente de restaurante) - Londrina

A fome e os regimes
Todos nós temos fome de alimentos todos os dias, é a fome biológica. Nosso organismo carente, a seu modo, fala pedindo o ''socorro'' energético. A falência celular ou apenas o estômago vazio apela pelo suprimento que satisfaça a desnutrição momentânea - o que nos mantém ativos em busca de mais alimento. Não é só nos grandes banquetes ou nos lautos refeitórios que encontramos os alimentos indispensáveis ao nosso organismo. A natureza é mãe e não madrasta. Por essa razão coloca ou produz incontáveis produtos destinados a nossa saudável alimentação. Portanto, o correto é alimentar-se, consumindo aquelas dádivas, controlando apenas a sua qualidade e quantidade. E o nosso altíssimo Deus, disse: ''Eis que vos dou toda erva de semente, que existe sobre toda a face da Terra, e toda árvore que produz frutos com semente, para vos servir de alimento'' (Gênesis, Cap. 1, versículo 29). Os laboratórios e as indústrias farmacêuticas ainda não produzem nenhum produto que os substitui. Os regimes radicais, visando o emagrecimento, são de alto risco e beiram a estupidez.
RUBENS VASCONCELOS CALIXTO (serventuário da Justiça) - Fênix

Excesso de pombos
Não sou londrinense, mas amo esta cidade igual a minha Rolândia. Este problema das fezes dos pombos está insustentável e chegou a hora de dar uma solução. Sou ambientalista e amo como ninguém a natureza e os animais, mas quando uma espécie aumenta muito a ponto de ameaçar a saúde de outras espécies (no caso os seres humanos) tenho duas soluções: soltar gaviões na região do Bosque e matar o excesso de aves. Como o assunto é bastante polêmico, o novo prefeito tem que marcar um debate com biólogos, ambientalistas, vereadores e cidadãos interessados para que seja acatada a decisão da maioria.
Só não podemos adiar mais o debate.
JOSÉ CARLOS FARINA (advogado) - Rolândia

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