Rebaixamento de guias
O trânsito no centro de Londrina é um caos e piora muito quando chove. As guias rebaixadas por conta própria são uma vergonha. Até parece que são os donos das ruas. A prefeitura pouco se interessa pelo assunto, mas essas vagas fazem muita diferença. Outra necessidade é a discussão sobre o hábito das pessoas que vão trabalhar de carro e usam uma vaga na redondeza. Isso faz com que os demais motoristas rodem atrás de uma vaga, causando uma falsa impressão de movimento. A zona azul poderia ampliar sua atuação. As vagas são para a rotatividade dos veículos e não para estacionamento, assim dificultaria as pessoas a tirarem o carro da garagem e pegar a circular. Sabemos que medidas mais duras trazem incômodo para as pessoas, mas a educação se faz pelo bolso de quem não aprendeu na escola.

SEBASTIÃO CALMEZINI (comerciante) - Londrina





O que fazer?
Existem prédios em Londrina que foram construídos há 30, 35 anos. Ao tempo de suas construções, respeitaram toda a legislação vigente à época. Hoje nos deparamos com resoluções estapafúrdias por parte do Corpo de Bombeiros. Um chega no prédio para fazer vistoria, emite um laudo e determina: tem que ser colocado corrimão nos dois lados da escada e borracha antiderrapante nos degraus. Decorrido algum tempo, nova vistoria e novo laudo. Desta feita determinando que sejam trocados os corrimões das escadas por roliços e que seja retirada a borracha antiderrapante. Deram o prazo e é claro a advertência de que se não for cumprida a ordem haverá multa pesada. Pombas, onde está o respeito para com os moradores dos prédios? Será que o dinheiro deles nasce em árvore? Não é possível fazer toda modificação num prédio construído há 30 ou 35 anos com os que estão sendo construídos hoje. Naquele tempo a tecnologia era outra. Daqui a pouco vão querer que sejam demolidos os prédios antigos para que lhes seja imposta a tecnologia atual. O mais interessante disso tudo é que tais ordens são emanadas no final do ano quando a despesa é bem mais pesada. A desculpa é que a legislação está determinando. Onde fica o bom senso? Gente, vamos atender a legislação, mas vamos também considerar a situação daqueles que residem em prédios antigos.

EDMILSON ASSIS DOS REIS (autônomo) - Londrina





Blindagem petista
Faz tempo que a cúpula do PT (Lula em especial) estava envolvida até o pescoço com o tal mensalão. Não poderíamos esperar outra coisa. Agora começa novamente a ''blindagem'' aos envolvidos, ainda mais para o ''mentor'' da causa tão comentada. E para variar muitos envolvidos tiveram uma pena muito pequena e vão comer o peru do Natal em casa. Com certeza, vai ser a melhor ceia da vida deles, banquete pago com dinheiro público claro. Já estamos fartos de tudo acabar em pizza, apesar dos esforços. Quero agradecer a Deus por existir o presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, homem digno que merece toda a admiração. Este País está precisando de uma reforma de caráter, da política, enfim, de uma reforma total.

MARIA REGINA M. REYES (técnica em segurança) - Londrina






Comprometidos?
Ao ler o artigo ''Servidores são comprometidos sim'', do sr. Marcelo Urbaneja (Espaço Aberto, 12/12), me dei conta como o sindicalismo ''pelego'' se tornou arcaico e ultrapassado, enquanto a sociedade evolui mais rapidamente. Afinal, trabalho é trabalho, seja público ou privado. Não podemos negar que o trabalho público tem muito mais mordomias que o privado, principalmente, devido à famigerada ''estabilidade no emprego'' que acaba gerando distorções no resultado econômico gerado pelo trabalhador concursado. Lógico que me refiro a uma pequena parcela desses servidores, aquela que ao receber pequenos benefícios fica calada, por comodismo, e não denuncia as distorções que porventura possam ocorrer e nem colabora por melhorias à população, pois o salário pinga no fim do mês se esforçando ou não.

SAULO OLIVEIRA (agricultor) - Londrina




■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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