OPINIÃO DO LEITOR
Usina Mauá
Na inauguração da Usina Hidrelétrica de Mauá a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), fez um pedido muito singelo: ''Faço um apelo ao governador Beto Richa e ao presidente da Copel para que pensem no bem comum e integrem o plano da presidenta (sic) para reduzir a energia para todos''. Penso que ela poderia ter atingido a perfeição com um pedido um pouco inusitado, talvez assim: ''Faço um apelo a todos os mensaleiros condenados pelo STF, Carlinhos Cachoeira, Rosemary Noronha, ex-chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo, e tantos outros para que pensem no bem comum e parem de meter a mão nos recursos do povo brasileiro, assim sobrará mais dinheiro para o cidadão pagar luz, água ou qualquer outra coisa''. Com este pedido, a ministra alcançaria a perfeição em seu utópico discurso. Porém, o inatingível seria convencer as ratazanas do porão da República a deixarem de roer o tão cobiçado queijo. A ministra Gleisi deveria atentar para o próprio umbigo, revendo o grande desserviço prestado por seu antecessor e assim resgatar a credibilidade da pasta, que neste momento pretende fazer milagre com chapéu alheio.
ROBERTO TEIXEIRA (empresário) - Londrina
Câmeras de segurança?
No dia 23 de outubro, por volta do meio-dia, tive minha carteira furtada dentro de um famoso supermercado. Na ocasião, procurei pelo supervisor de segurança e relatei o ocorrido. Pedi para que fizessem uma varredura no sistema de câmeras de segurança para ver se poderíamos visualizar algo. O funcionário coletou meus dados e pediu 3 dias para um retorno. O retorno nunca ocorreu. O estabelecimento não é responsável pelo ocorrido, claro, porém, fica a indignação de saber que a todo o momento estamos sendo vigiados por câmeras de segurança que estão lá em benefício somente do próprio estabelecimento, ou seja, se acontecer algo com o cliente dentro da loja, problema dele.
RAFAEL ALGUSTO RAFAELLI (estudante de Farmácia) - Jataizinho
Abrir os olhos!
A opinião do senhor Valter Orsi, no artigo ''Servidor público, agora é a sua vez'' (Espaço Aberto, 28/11) teve grande repercussão entre os leitores da Folha de Londrina. Afirmaria, sem medo de errar, que esse foi o assunto que teve maior impacto e participação dos leitores desta importante e democrática seção em 2012. Senhor Orsi, parabéns pela sua iniciativa e coragem de se manifestar sobre um assunto tão importante que muitos gostariam de se falar, mas não o fazem, visto que a omissão predomina na grande maioria da população. Que essa sua iniciativa provoque nos leitores manifestações sobre problemas existentes em nossa cidade e Estado para os quais temos fechado os olhos.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina
Abandono da manutenção das vias
Incrível o abandono da manutenção das vias após as eleições. Por que será que não me espanto mais? Na região entre as rotatórias do começo da Avenida Maringá na altura no Lago Igapó 2, foi feito o recapeamento e só. Não existe nenhuma sinalização vertical ali. Existe intensa passagem de pedestres entre o lago 2 e o aterro (área grande de gramado com as quadras). Fica um perigo atravessar ali. Dependemos da boa vontade e educação dos motoristas. É contraditório: alguns lugares com o eficiente ''pé na faixa'' e outros sem pintura alguma. Parece um programa sem continuidade, pontual, sem efeito sistêmico. Outro lugar crônico é o cruzamento da Rua Humaitá com a Monte Castelo. Trata-se de um grande vale com cruzamentos onde os carros passam em alta velocidade. Sem a pintura vertical, os motoristas ficam sem referência, aumentando o risco de colisão.
CAMILA DOUBEK (professora) - Londrina
'A Londrina que dá certo'
A Câmara Municipal de Londrina congratula a FOLHA pela excelente publicação do Caderno Especial Londrina 78 anos. A iniciativa é dos vereadores Roberto Kanashiro, Professor Rony, Marcelo Belinati, Ivo de Bassi e Sandra Graça.
CÂMARA MUNICIPAL DE LONDRINA





