Modificações no trânsito
Vistas à distância, algumas modificações feitas em Londrina até parecem boas, mas ao nos aproximarmos delas e observarmos os transtornos causados, chegamos à conclusão de que nossa cidade precisa de estudos urgentes sobre a movimentação das pessoas e das alternativas possíveis para deixá-la agradável e funcional. Na ciclovia do Lago Igapó 2 o asfalto mantém os buracos e remendos anteriores; as valetas entre o asfalto e o meio-fio diminuem a largura da pista e, juntamente com os blocos de concreto que a separa dos carros, fazem-na perigosa podendo provocar graves lesões em caso de queda do ciclista. A eliminação do semáforo de três tempos no cruzamento da Avenida Maringá com a Rua Humaitá provocou inevitável congestionamento nesta via. A criação de canteiros centrais na Maringá mostra também que as necessidades da população daquela área não foram consideradas na tal ''revitalização''. Os motoristas têm que esperar mais de cinco minutos para atravessá-la nos sinaleiros, bem como os pedestres, eternos prejudicados.
MARIA LUIZA FUGANTI (aposentada) - Londrina

Adequação de calçadas
A Prefeitura de Londrina elaborou lei de adequação do passeio público e estabeleceu prazo de um ano para que todas as calçadas dentro de um quadrilátero preestabelecido estivessem devidamente dentro do politicamente correto quanto à acessibilidade tanto do deficiente visual quanto dos demais transeuntes. Isto se faz necessário, porém a partir do dia 26/11, a CMTU iniciou a notificando dos faltosos. A postura está correta, mas e os prédios públicos que igualmente tiveram o mesmo prazo e não tomaram nenhuma providência, quem vai multar o município? E se isto ocorrer quem vai pagar pelo descaso? Outro detalhe diz respeito à distância que o piso tátil deve ter do muro (40 cm): será que alguém pensou no deficiente visual gordo, que certamente vai se rala6r no muro? E os tocos de árvores que ficam nas calçadas, o que será feito?
ALFREDO CARVALHO (administrador de empresas) - Londrina

Celebridades 'comentam' Felipão
A respeito dos nada pertinentes desatinos do técnico Felipão sobre os funcionários do Banco do Brasil, há 3 comentários de celebridades sobre o asssunto: ''Eu só abro a boca quando tenho certeza'' (Ofélia); ''Cala boca Magda '' (Caco Antibes - Miguel Falabella); e ''Você fala demais (Tite, técnico do Corinthians). Algo mais? Cômico.
LUIZ EDGARD BUENO (escritor) - Londrina

Top de Marcas
Na condição de assinante da Folha de Londrina há mais de 30 anos, e leitor diário em torno de 50 anos, quer seja na forma impressa ou digital, gostaria de parabenizar a todos dessa conceituada empresa - visto que ''nas empresas vencedoras'' todos os funcionários exercem funções importantes, independentemente do nível hierárquico - pelo prêmio Top de Marcas. Apesar desse prêmio estar se tornando uma rotina para a FOLHA, temos que comemorar e lembrar que essa premiação aumenta a responsabilidade e o comprometimento deste jornal, que deverá continuar sempre com a preocupação de melhor informar o seu leitor. Parabéns!
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina

Renovar é preciso
Devido à péssima e fraca atuação dos nossos políticos e da pífia representação da nossa cidade, na próxima eleição deveríamos ''rebaixá-los'' para cidadãos comuns, impedindo a reeleição e o continuísmo que nada ajudará Londrina. É preciso trazer indústrias e empregos para cá.
MOISÉS DOS SANTOS (entregador de gás) - Londrina

Correção
- Diferentemente do informado na reportagem ''Encarando o preconceito de frente'' (Geral, 2/12), Douglas Alberto da Silva viveu até o ano passado na Apav e também é representante no Paraná da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids.

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