Recuperação de Londrina
Alexandre Lopes Kireeff, novo prefeito de Londrina, foi eleito pela maior ''coligação'' que esta cidade já viu: mais de 140 mil pés-vermelhos natos ou por adoção. Todos com um sentimento em comum: indignação com os políticos, sejam eles velhos ou novos, corruptores ou corrompidos. Agora, é que realmente começa o trabalho de recuperação da imagem da cidade de dentro para fora. Espero uma administração calcada nos princípios da meritocracia, sem conchavos e acordos. Aliás, acordos só com os londrinenses sejam eles seus eleitores ou não, onde o planejamento, organização e a logística na alocação de recursos seja por demanda (e isso eu sei que o prefeito eleito sabe fazer) e não por pressões políticas e/ou econômicas; onde o dinheiro seja realmente revertido em benefício do povo e não para ''meia dúzia'' de grupos privilegiados. Estaremos aqui para dar apoio a Kireeff e ser o suporte para suas realizações, mas também, se necessário, criticá-lo e se preciso reorientá-lo para os principais objetivos da cidade.
WANDERCIDNEY APARECIDO COELHO RYNALDO (comerciante) - Londrina

Novos caminhos
Achei que fazia parte de uma minoria que já não acreditava em mudanças para nossa Londrina. Felizmente, no último domingo Londrina optou pelas mudanças sim. Agora o apoio do cidadão londrinense não pode ser apenas no que foi dado no domingo: Londrina precisa trabalhar muito. Cobranças e fiscalização, mas acima de tudo, e cada um tem que dar um pouco de si para trilhar novos caminhos para nossa cidade.
ALBERTO HIDEHARU ANAMI (engenheiro) - Londrina

Mensalão
O julgamento do mensalão, essa vil aglomeração de hilotas, nos dá um alento na esperança de que tudo possa mudar neste país. Todavia nos parece que o maior rato, com saúde valetudinária, senão já em miasma, escapou da ratoeira e ficará impune. Dizem-nos que a virtude virá tarde. Recorde-se a nobre frase de um escritor alemão que, aludindo às opiniões destinadas a triunfar tarde, escreveu estas palavras: ''Eu colocarei o meu barco no mais elevado promontório da plaga, e esperarei que a maré cresça bem alta, até que ele flutue''.
JOSÉ OSCAR GOULART RAMOS (aposentado) - Londrina

Mudanças climáticas
Com relação à matéria ''Mudanças climáticas tornam doenças 'corriqueiras''' (Geral; 30/10), existe grande consenso na comunidade científica que estuda o tema climatologia de que o problema não é o clima. Se for analisado o histórico de chuvas, conclui-se que não houve grandes mudanças no seu regime. A questão é como o espaço é produzido, com construções em áreas de risco e vulnerabilidade, locais onde há inundações, deslizamentos e secas naturalmente. Como dito pelo pediatra Milton M. de Jesus, falta melhor planejamento em políticas públicas de moradia, saneamento básico e educação. Não adianta culpar o clima. A reportagem também infere que acredita-se que em até 3 anos a vacina da dengue estará disponível, mas é necessário uma vacina que faça com que as pessoas não joguem resíduos em locais inadequados, já que esta atitude não gera somente o problema da dengue.
RONEY FELIPE MORATTO (técnico em meio ambiente) - Londrina

Conselho Tutelar?
Ao ler a matéria ''Polícia apreende cinco armas em festa rave'' (Geral, 28/10), duas coisas me chamaram a atenção. Primeiro, parabéns à PM pelo excelente trabalho que desenvolveu prendendo e desarmando alguns jovens - inclusive menores de idade - em festa rave regada a bebida alcoólica. No entanto, dou nota zero para o Conselho Tutelar que, além de não fiscalizar, ainda não atendeu ao chamado da PM e não se deu ao trabalho de pelo menos ir lá e averiguar se não havia mais algum menor. Fica a pergunta: Conselho Tutelar para quê?
JULIO RODRIGUES DE MELLO (vigilante) - Londrina

mockup