Avante Londrina!
Hoje estaremos indo às urnas para definição do próximo prefeito da nossa cidade. As pesquisas têm mostrado empate técnico entre os candidatos. Esse resultado demonstra que fizemos a melhor escolha no primeiro turno. No segundo turno a responsabilidade de cada um de nós será ainda maior, visto que estaremos definindo o futuro de Londrina através do nosso voto. Vamos votar pela melhor escolha, ou seja, pelo melhor candidato. Possivelmente, o meu candidato não será o seu, e o seu não será o meu. Entretanto, ele deverá ser o candidato que vai fazer de Londrina uma cidade melhor para se viver, além de uma administração ética e moral. Por isso, vamos dar o famoso grito de guerra dos três mosqueteiros: ''Um por todos, todos por um''.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina

Vida nova Londrina
Roubada, dilapidada, desmoralizada, envergonhada e politicamente cabisbaixa essa é a Londrina que os prefeitos das duas últimas décadas estão deixando para os munícipes, com exceção, é claro, de Gerson Araújo e José Roque Neto que apenas assumiram o cargo emergencialmente. Alguns dos eleitos saquearam os cofres da prefeitura acintosamente, venderam o patrimônio público e sumiram com o dinheiro. Os que não agiram com toda essa volúpia para o ilícito foram omissos e incompetentes, também proporcionando enormes prejuizos à cidade, justamente por atrasar o seu desenvolvimento. Desviaram tantos recursos que não sobrou dinheiro nem para pagar salário de servidores. Isso é aviltante, um verdadeiro descalabro administrativo. Então chegou a hora de reagir contra todo esse desmando que se instalou no Executivo. É preciso oxigenar o ambiente político-administrativo da cidade com novas ideias, com competência e com honestidade. Que o vencedor esteja preparado para o desafio de dar uma vida nova para Londrina.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) - Londrina

Participação política
O londrinense é vítima de suas próprias escolhas na política. Vota no indivíduo e não se dá conta que o eleito tem que seguir uma ideologia imposta a ele pelo partido e que as propostas partidárias muitas vezes não respeitam o interesse do povo. Temos que nos interessar pela política, pois os governantes são responsáveis por nós na medida que participamos das decisões políticas da nossa cidade. Mesmo o cidadão que não vota deve participar da política, como eu que com os meus 15 anos procuro conhecer e formular meu pensamento crítico levando em conta os pontos positivos e negativos dos governantes do passado e de agora. Após as eleições, o principal papel do cidadão é cobrar as propostas apresentadas campanha, se estão sendo executadas e também julgar se o que está sendo feito é relevante para todos.
RAFAEL VINICIUS DA SILVA (estudante) - Londrina

Já basta o SUS
Segundo levantamento do Conselho Federal de Medicina, 46% dos médicos recém-formados não sabem os procedimentos básicos da profissão. Pasmem! O CFM está falando em procedimentos básicos. Oxalá que quando acometidos de alguma doença não sejamos (mal)tratados por um desses profissionais, caso contrário, seria menos sofrível nos encaminhar diretamente ao açougue mais próximo.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

Acesf
O cidadão londrinense, principalmente as autoridades responsáveis, deve ficar atento à atuação de alguns órgãos públicos prestadores de serviços especiais como o trabalho oferecido pela Administração dos Cemitérios e Serviços Funerários de Londrina (Acesf). Nossa cidade é uma das pouquíssimas no Brasil que têm o serviço funerário municipalizado, que embora de qualidade duvidosa é talvez o mais caro de todos os outros. Em certa ocasião, em resposta a uma crítica destinada ao órgão neste mesmo espaço, a superintendente da autarquia negou veementemente a taxa abusiva cobrada de maneira indistinta de todas as funerárias para que possam retirar um corpo de Londrina. Essa taxa, que na época era de R$ 170, hoje equivale a R$ 199, repassada pelas empresas às famílias enlutadas que muitas vezes encontram dificuldades até mesmo para custear transporte e alimentação para acompanhar um ente moribundo em um dos hospitais públicos. O lucro da Acesf, na maioria dos casos, passa de 1.000% e sua filosofia, assim como os princípios que tentam justificar sua criação, não se sustentam na prática. A cidade que repudiou a Lei da Muralha deve também repudiar qualquer tipo de monopólio, principalmente em se tratando de serviço funerário.
RICARDO ALEXANDRE GARCIA (publicitário) - Londrina

-As cartas devem ter no máximo 700 caracteres e vir acompanhadas de nome completo, RG, endereço, cidade, telefone e profissão ou ocupação. As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. E-mail: [email protected]

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