Um livro na cesta básica
Seria muito interessante se algum deputado fizesse um projeto e acrescentasse na cesta básica um livro de história ou ciência que fale da importância da natureza na vida do homem, que ensinasse as pessoas a viverem melhor sem ter que sair da sua querência e que ajudasse as pessoas a se redescobrirem na sua essência. Com certeza, criaria nas pessoas o hábito da leitura e melhoraria a vida de todos. Em contrapartida, poderia cobrar de cada beneficiado uma pequena redação com participação de todos os membros da família daquilo que entenderam da leitura. Isto serviria como cadastro para o recebimento do benefício do próximo mês. Sem aumentar despesa alguma, iríamos diminuir ou até acabar com as cotas especiais nas universidades. Ideias mais inteligentes deveriam permear a Câmara dos Deputados. Tempos atrás alguém acrescentou na cesta básica R$ 7 como crédito no celular. Percebe-se que por essas ideias descabíveis é que vem a necessidade de manter as cotas nas universidades.
SEBASTIÃO CALMEZINI (comerciante) - Londrina

Grandes devedores de impostos
A inadimplência de mais de R$ 1 bilhão (praticamente um orçamento completo do município) por parte dos 200 maiores devedores é fruto do descaso, da leniência e, em alguns casos, até de interesses escusos dos últimos prefeitos que administraram Londrina. Em se tratando de débitos antigos, se providências mais contundentes tivessem sito tomadas há mais tempo, alguns resultados positivos já poderiam ser obtidos. Esses contribuintes relapsos estão escudados em leis criadas intencionalmente para proteger caloteiros, pois proíbem a divulgação dos seus nomes. Quem paga em dia os seus compromissos, às vezes com muito sacrifício, é injustiçado pela adoção dos indecentes Profis ''tapa-buraco'' de final de ano para acertar as contas do exercício, favorecendo sistematicamente os maus pagadores. Já é hora de acabar com essa aberração administrativa executando judicialmente esses devedores contumazes. Esse é um assunto para ser debatido pelos dois prefeituráveis nessa reta final de campanha eleitoral. Se querem mudanças para valer e romper com a forma viciada de governar das gestões dos últimos 24 anos, mostrem que têm coragem de tocar nessa ferida. Mas apresentem propostas convincentes para solução concreta e definitiva desse problema crônico. Afinal, recuperando toda essa dinheirama, quem for eleito contará com 5 orçamentos em 4 anos de mandato.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) - Londrina

Astorga: exemplo a ser seguido
Os eleitores das outras cidades deveriam seguir o exemplo da cidade de Astorga que nesta eleição renovou em 100% a Câmara de Vereadores. Se todos os municípios assim fizessem, com certeza, não teríamos tanta sacanagem que vimos recentemente envolvendo os nobres vereadores não só de Londrina, mas de várias cidades por este Brasil afora. Já passou da hora de mudar e dar oportunidades para que outros ocupem os cargos eletivos e desempenhem melhor a função. Londrina além de não renovar 100% ainda trouxe de volta vereadores que já tiveram envolvimento e inclusive condenação. Já passou da hora de acordar Londrina.
JOÃO BATISTA SANTANA (comerciário) - Londrina

A união faz a força
Cidadão londrinense, vamos nos juntar aos leitores Roberto A. de Carvalho e Hélvio José Gonçalves e formar uma corrente para fortalecimento da cobrança judicial do débito de ISS de uma instituição de ensino, com valor aproximado de R$ 70 milhões. Importante dizer que no valor das mensalidades cobradas e recebidas dos alunos estava incluso o valor do ISS não recolhido. Já imaginaram as melhorias que a nossa cidade teria com esses R$ 70 milhões? Quantas vidas poderiam ser salvas e quantas pessoas poderiam ter os seus sofrimentos amenizados por conseguirem internações hospitalares, cirurgias, remédios, etc?
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina

Brasil único
O Brasil é mulato, negro, branco, verde e amarelo, de todas as cores e raças. Porém, quantos ministros negros temos nos ministérios de nosso país? Quantos galãs que ganham no final temos em nossas telenovelas? Se o Brasil quiser incluir o afrodescendente na sociedade brasileira deverá fazer isto com a participação efetiva desses brasileiros que são discriminados por quem diz mais defendê-los. Brasil de todas as cores é o que nos torna iguais.
MANOEL JOSÉ RODRIGUES (assistente administrativo) - Alvorada do Sul

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