OPINIÃO DO LEITOR
Prevenir é melhor que remediar
Com o fechamento do acesso para as avenidas Tiradentes e Maringá, via Rua José de Alencar (pista dupla), praticamente todo o trânsito para o Centro oriundo da Zona Oeste pela Leste-Oeste passou a fazer o seu contorno acessando as ruas Emílio de Menezes e Euclides da Cunha, no Jardim Shangri-lá, Zona A. Saliente-se, ruas feitas e preparadas para trânsito local, com asfalto próprio para movimento de tráfego residencial. Em decorrência disso, está havendo a destruição paulatina desse asfalto, não só por veículos pequenos, mas principalmente por caminhões de alta tonelagem. O asfalto da Euclides da Cunha já apresenta buracos e, logo mais, certamente, estará intransitável. A Emílio de Menezes segue o mesmo caminho. Lendo reportagem recente da FOLHA ''Motoristas dirigem na contramão para fugir de buracos'', sobre o tormento dos moradores do Jardim Paracatu, aumentou a nossa preocupação com o destino das ruas Emílio de Menezes e Euclides da Cunha. Tomo a liberdade de despertar a atenção do secretário de Obras para a priorização da reabertura da José de Alencar com a devida sinalização.
EDGARD PIETRAROIA (advogado) - Londrina
Acesf agoniza
Quero manifestar voto de condolência pela agonizante da Administração dos Cemitérios e Serviços Funerários (Acesf) de Londrina que muito em breve não terá local para sepultar os munícipes. Também não há sala de preparação adequada para os serviços funerários. Morto não dá voto! Quais as propostas senhores prefeituráveis? Que sabem dessa memória histórica do município? Como funciona? Quais as necessidades mais prementes? As pessoas só tomam consciência que cemitério e serviço funerário são necessidades básicas quando o infortúnio bate à porta. Londrina cresceu vertiginosamente, mas as ações para com a Acesf foram mínimas. Aguardo há uma década a modernidade e pujança fazer parte do ''know-how'' dos serviços prestados a nossa população.
IZABEL FEIJÓ OLIVEIRA FLORES (servidora pública) - Londrina
Candidatos à reeleição
Durante o horário eleitoral gratuito alguns candidatos à reeleição para vereador se pronunciam: ''Fiz isso, fiz aquilo...''. Ora, não fizeram mais que a obrigação e até muito pouco em relação ao polpudo salário que ganham. E falando nisso seria interessante também incluírem no ''fiz isso, fiz aquilo'' o escandaloso aumento de salários que deram a si próprios.
TIAGO OLIVEIRA DE GODOI (estudante) - Londrina
Uniformes escolares
Sobre a matéria ''Prefeitura não vai comprar uniformes para 2013'' (Política, 29/9), gostaria de parabenizar a Secretaria da Educação de Londrina pelo posicionamento excepcional. Até que enfim alguém teve a coragem de barrar esta cachoeira de ''brindes políticos''. Benefício temporário, mas que na verdade é apenas uma sensação equivocada de incentivo à melhoria na educação. Tenho 33 anos e na minha infância morei em um bairro muito carente de Londrina, família pobre e com muitas necessidades básicas. Sempre estudei em escola pública. Na época, não tinha uniforme e nem materiais de graça, e nem por isso alterou o meu percurso para conquistar hoje uma especialização. É claro que outros valores e princípios foram fundamentais na minha vida. E também é claro que existem famílias que necessitam do auxílio para a educação dos seus filhos. Mas, para isso, é preciso estabelecer critérios, responsabilizar as partes e resgatar a essência do aprendizado humano na prática, pois tem muita gente usufruindo disso tudo sem consciência alguma.
ANDRÉ SOLA (pastor) - Londrina





