Hora de protestar
Estou com muita vergonha de ser londrinense. A cada dia a ex-Capital do Café surge como a ''capital da corrupção'', da vergonha, da mentira, da falcatrua. Os servidores doentes precisam passar por perícia médica se precisarem se ausentar de suas funções por mais de três dias, já o prefeito Joaquim Ribeiro... O servidor precisa cumprir todas as funções condizentes ao seu cargo, já o prefeito.... O funcionário público não poderá receber sem estar presente em seu local de trabalho, isso com certeza resultaria em exoneração. Assim como a fênix renasce das cinzas é hora de cobrar os impostos devidos pela Unopar e pagar o 13º salário dos servidores e talvez convocar os ''cara-pintadas'' para empunhar a bandeira pelas ruas esburacadas de nossa cidade..
SANDRA MARGARETE DA SILVA (professora) - Londrina

Promessas políticas
Estive entre os dias 24 de agosto e 10 de setembro em cinco cidades. Tive a oportunidade de assistir em cada uma delas as promessas de seus candidatos (prefeito e vereadores). O outro assunto é a corrupção que nos assola. Não podemos esquecer que ambos ultimamente têm uma intimidade nunca vista, seja nos âmbitos municipais, estadual e federal. Ao fazer uma análise fria das promessas que ouvi, tive a impressão que todas foram escritas por apenas uma pessoa, há décadas e distribuídas aos candidatos. São todas iguais. Sem o menor escrúpulo, algumas nos chamam de retardados, para dizer o mínimo. Uma afronta à nossa inteligência. Se tudo que prometem vir à tona, em quatro anos estaremos no primeiro mundo. E eles, nem ficam vermelhos.
JOSÉ ROBERTO DIAS (administrador de empresas) - Londrina

Caso da propina
Entendo a revolta do leitor Gilmar. R. Cordeiro (Opinião do Leitor, 12/9) que cobrou medidas mais duras contra o prefeito Joaquim Ribeiro. Seria imprudente agora o Gaeco tomar essa posição, pois desde que explodiram as denúncias de corrupção e propina dos indiciados e presos quem ainda está na cadeia? Porém, não é de se estranhar se tal medida for adotada, pois como diz um velho ditado ''a corda sempre arrebenta do lado mais fraco''.
JULIO RODRIGUES DE MELLO (vigilante) - Londrina

Criador e criatura
Causou-me dor no coração e angústia na alma assistir, no dia 14/9, alguns padres da minha igreja se pronunciarem a favor de um candidato na corrida eleitoral. Não cabe nesta rápida análise entrar no mérito da questão se tal candidato é o melhor ou o pior, mas deixar claro que não faz parte do escopo de obrigações de um padre induzir seus paroquianos a votar neste ou naquele candidato. Alguns foram meus professores, outros nos conhecemos em palestras ou eventos, porém esta grandiosidade teológica não lhes dá o direito de se imiscuir em seara alheia. A mesma mão que produz durante a missa o milagre da transubstanciação não pode ser usada para entregar santinho de partido político.
EDSON MEDARDO SCARCHETTI (bacharel em Teologia) - Londrina

Rota em todo Brasil
A OAB e uma comissão dos Direiros Humanos de São Paulo já estão questionando a atuação dos policiais da Rota que, em confronto com marginais fortemente armados, deixou um saldo de nove mortos e outros tantos presos. O que querem essas pessoas? Que os policiais se apresentem desarmados e com uma bandeira branca à frente do pelotão para sinalizar que ali estão somente em missão de paz? Sugiro que da próxima vez que houver uma ''boca quente'', coloque essa turma da OAB e dos Direiros Humanos para enfrentá-la, pois somente assim irão perceber como anda distante a teoria da prática. Entre a vida do policial e a morte do bandido, indubitavelmente, vale a primeira hipótese.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

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