OPINIÃO DO LEITOR
Vamos contratrar temporários
Para atuar na Câmara de Londrina no cargo de vereador. Atividade principal: acompanhar a ação dos Executivo no cumprimento das leis, alterar e criar leis que auxiliem a vida dos moradores de Londrina. Exige-se: honestidade, saber ler e escrever com fluência, saber criar e defender leis e pontos de vista sobre assuntos relativos ao cargo, assiduidade, participação, pró-atividade, ter experiência prévia das atividades do cargo e uma visão estabelecida das ações a serem implementadas. Oferece-se: salário superior a R$ 12 mil, jornada de trabalho de três dias por semana em horário flexível, abono de faltas não justificadas, duas férias por ano, possibilidade de viagens nacionais e internacionais 100% custeadas, assessores, verba de gabinete, correio e combustível. Londrinense, é você quem irá selecionar estes colaboradores, é seu o poder de contratar ou não. Os salários no próximo ano estão bem maiores. Você tem o direito e o dever de escolher pessoas melhores, pois os que aí estão produziram o que estamos vendo nos jornais dia após dia.
PAULO MAURICIO ACQUAROLE (gerente de negócios) - Londrina
Fim do respeito
Assimilamos a Disneylândia. Temos patetas, porquinhos, metralhas, lobo mau, etc. É flagrante o desinteresse do eleitor pelo horário político e debates. Audiência zero! Não temos prefeito, representação política, nosso time não está nem na 4ªdivisão do Campeonato Brasileiro, não temos indústrias chegando. Quem resiste não tem apoio. O que mais nos aguarda? Somos a segunda cidade do Paraná, o que fazer? Mudar os eleitores? Botar na cadeia os corruptos, ladrões do nosso dinheiro, irá melhorar? O certo é que falhamos. Não sabemos votar. Alguma providência deverá ser tomada ou será o fim da decência, honra e respeito de Londrina. Será isso que queremos?
MOISÉS DOS SANTOS (entregador de gás) - Londrina
Desperdício de água
Nem é preciso dizer que todos os seres vivos da natureza têm na água o seu principal elemento para a sobrevivência. No entanto, esse precioso líquido vem diminuindo gradativamente a ponto de já preocupar seriamente autoridades que estudam o fenômeno em nosso planeta. É fácil constatar que fontes ou minas de água, outrora abundantes hoje ou correm em pequenos filetes ou secaram. Isso é alarmante. Grande parte do nosso povo parece não se importar com esse problema. Dias atrás não me contive quando vi um cidadão lavando seu carro na calçada com a mangueira aberta jorrando água. Educadamente, fiz lhe ver que deveria ao menos fechar a mangueira. Ele não gostou, e disse-me que não era da minha conta, que tinha dinheiro para pagar a água. Argumentei que a água é de todos nós e que se todos pensassem como ele, talvez em futuro não muito distante poderíamos até ter dinheiro, mas não a água para comprar. Está na hora de nossos esforçados políticos e legisladores criarem leis que disciplinem o uso correto da água para que não tenhamos que sofrer as consequências dessa grave omissão.
MÁRIO JOSÉ CEBULSKI (aposentado) - Londrina
Licença do prefeito
O prefeito Joaquim Ribeiro consegue uma licença de 10 dias quando a cidade toda esperava que abandonasse o barco de vez. Tudo bem, mas paciência tem limite. Retorne com toda saúde, estufe o peito e proclame em alto e bom som: se é para o bem de todos e felicidade geral da cidade digo ao povo que saio. Acredite que será muito melhor para o senhor e sua família.
MÁRIO MENEZES (técnico operacional aposentado) - Londrina
Dinheiro público ou privado na campanha?
Perfeita a colocação de comerciante Sebastião Colmezini (Opinião do Leitor, 3/9) sobre o caixa dois, notas frias para esquentar as despesas dos políticos. Só discordo quando afirma que é como tiririca, não tem veneno que acabe. Tem veneno que mata até a raiz e só a tiririca. Agora com a imprensa fazendo seu trabalho, até o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, se destacou com o indiciamento do caso Roberto Jefferson criador da palavra mensalão, coisa feita por se sentir lesado na partilha e divisão do esquema dos partidos, dividindo o poder das grandes empresas públicas desse país. No passado, os procuradores foram engavetadores e o povo ficava sem saber de nada. Agora, o Brasil está dando um grande passo no julgamento desses corruptos, coisa que existe há anos em outros países que se acham civilizados.
ANCILON DE SÁ NETO (economista) - Campo Mourão
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