Acreditar em quem?
Parece que a honestidade sumiu. Gente aparentemente limpa passando pelo caldeirão municipal sai com respingos sujos em suposto esquema de pagamentos de propinas e fraudes. O professor de Ética e Filosofia Política da UEL, Clodomiro Bannwart, entrevistado pela Folha de Londrina (7/9) enfatiza com muita racionalidade: ''Isso mancha a dimensão institucional da administração pública, causando desinteresse do eleitorado''. Concordo quando disse que havia otimismo com o breve mandato de José Joaquim Ribeiro, a cidade respirava esperança e alívio. Esperava-se o melhor, jamais o que se viu. Que vergonha para Londrina. Quanta decepção! De hoje em diante vamos confiar, desconfiando. Nem tudo que aparenta ser, é. Desconfie de tudo. Acredite em você, conscientizando que seu voto é uma arma poderosa e transformadora, bem usada faz o politicamente correto.

OSVALDO CARDOSO RIBEIRO (jornalista) - Londrina





Londrina ao deus dará
Ao ler a reportagem ''Ribeiro 'desaparece' e aliados falam em renúncia'' (Política, 6/9), fiquei abismado ao ver a que ponto a política em Londrina chegou. O prefeito Joaquim Ribeiro afirma ter recebido propina e acusa o prefeito cassado, óbvio que Barbosa Neto nega qualquer acusação devido sua tentativa em ser reeleito. Com tantas acusações, é intrigante como que a lei da ficha limpa permite sua candidatura. Ribeiro desapareceu não quer dar satisfacão do ocorrido, e assim deixa a populacão londrinense sem explicacão. o que é fundamental neste período de eleições. Candidatos à Prefeitura de Londrina e outras cidades precisam se aprofundar e ser mais cientes das necessidades do povo. Não pensem apenas em promessas e sim no que pode ser cumprido. Sair pelas ruas dando beijos, abraços, aperto de mão e falando ''eu prometo'' é simples.

PAULO DIEGO GOTARDO (empresário) - Cambé




Bonato tinha razão
Ludovico Bonato tinha razão quando disse que todo político tem seu preço. Ofereceram R$ 50 mil para o prefeito Joaquim Ribeiro e ele não aguentou. Seria interessante ver a cara dele enfrentando os filhos e a família admitindo que aceitou a proposta indecente que lhe fizeram. Barbosa Neto deve estar se deliciando com isso porque ele está provando que não está sozinho nessa bandalheira. Que Deus tenha piedade de todos eles e dê forças para o delegado do Gaeco, Alan Flore, porque deve ser muito difícil trabalhar numa cidade como a nossa.

GILMAR RODRIGUES CORDEIRO (contador) - Londrina




Confissão: rainha das provas
O prefeito de Londrina, José Joaquim Ribeiro (PSC), admitiu em conversa com agentes do Gaeco ter recebido a importância de R$ 150 mil em propina. Mesmo diante de tal revelação, o sr. Ribeiro continua em liberdade e ocupando o mais alto cargo administrativo municipal. Historicamente, a confissão sempre teve lugar de destaque sendo conhecida como a rainha das provas. A delação premiada e a confissão têm benefícios legais que podem atenuar a pena por lavagem de dinheiro, peculato, formação de quadrilha, corrupção e outros crimes. No entanto, tais benefícios acabam por aí. A ridicularização do nome, a exposição da família e o nome de corrupto vão ficar vinculados para sempre. Fica o lembrete para o futuro prefeito e vereadores da nossa cidade, antes de meter a mão no dinheiro público façam a conta se vale à pena atravessar essa verdadeira rede de esgoto, expondo tudo e a todos.

ROBERTO TEIXEIRA (empresário) - Londrina





Haddad e Neymar, quem joga mais?
A nota publicada na coluna Thiago Nassif (Folha2/Sociedade, 7/9) sobre a manta usada por um jogador de futebol não me passou despercebida, em que pese a desimportância da informação. Com o que ganha, um atleta compra o que quer. Até uma manta de R$ 3 mil. O que me surpreende é o silêncio da imprensa, por exemplo, com os gastos do candidato do PT ao governo da cidade de São Paulo: R$ 16 milhões até agora. Se o prefeito paulistano recebe R$ 24 mil por mês em 4 anos receberia cerca de R$ 1,248 milhões. Por que gastar tanto? Quais interesses há por trás disso? É dinheiro do mensalão?

ADEMAR AFONSO PINTO (musicista) - Londrina



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