OPINIÃO DO LEITOR
Novas modalidades olímpicas
O fracasso brasileiro na Olimpíada de Londres pode ser facilmente revertido até 2016 no Rio de Janeiro. Basta que o Comitê Olímpico Brasileiro incluir novas modalidades em que o brasileiro realmente se destaque. As provas de competição por equipes, por exemplo, podem ser iniciadas com a explosão de caixas eletrônicos. O competidor que no menor tempo tirar o máximo de dinheiro fica com o ouro. Saidinha de banco e sequestro relâmpago são pódios completos, tal como a Jamaica nos 100 metros rasos. É ouro certo o abate de helicópteros. Nas provas como desvio de verbas públicas, recebimento de comissões nas licitações e contratos com o governo, mensalidades para votação de matérias de interesse do governo, execução de obras sem licitação (estádios para as Olimpíadas e Copa do Mundo) com certeza não terá para ninguém e elevarão o Brasil à condição de potência olímpica. Ao contrário dos atletas com biotipos olímpicos, os quais todos encerram suas carreiras em torno dos 30 anos, nas modalidades em que somos campeões a maioria apresenta cabelos grisalhos, usa terno e gravata e uma característica incomum aos atletas olímpicos: uma bela e avantajada pança.
ROBERTO TEIXEIRA (empresário) - Londrina
Paraná ficou de fora
O governo federal investirá R$ 133 bilhões pelos próximos 25 anos em obras de infraestrutura. Que manchete digna de acalmar os mais afoitos críticos que sempre cobraram do governo esses investimentos. Há algo estranho nessa distribuição de recursos, obras e concessões, pois o Paraná não foi contemplado. O sintoma é ruim, principalmente se considerarmos que o governo federal enxerga a malha rodoviária e ferroviária do Estado como modelo exemplar, digno de ficar de fora. Um Estado como o nosso, que tem representantes de peso (Gleisi Hoffmann, Paulo Bernardo e Gilberto Carvalho) junto à presidente Dilma Rousseff, tem deputados e senadores, não deve deixar passar um momento como esse de descaso. Jamais devemos aprovar tal conduta, seja ela eleitoreira ou não, pois investimentos em infraestrutura se fazem necessários no Brasil todo, sem privilégios, principalmente a um país que quer se tornar ícone da economia mundial.
YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) - Itambaracá
Falsos fiscais
Um alerta ao comércio londrinense: falsos fiscais da Receita Federal estão visitando lojas sob a alegação de que a empresa foi sorteada através de seu CNPJ para uma fiscalização. Os indivíduos se apresentam em dupla, de terno, com crachás verde e amarelo (falsos). Abordaram minha gerente solicitando um local para ''conversar reservadamente'', porém como eu estava ausente, ela informou que nada podia resolver e que voltassem mais tarde, porém não mais retornaram. Meu contador fez contato com a Receita Federal e foi informado que não existem fiscalizações desse tipo (in loco) no Estado e que ficássemos alertas, pois possivelmente seria tentativa de golpe ou roubo.
ODIVAL BENEDITO DE MATOS (empresário) - Londrina
Altamiro Carrilho
Um dos maiores instrumentistas brasileiros, Altamiro Carrilho nos deixou aos 87 anos, junto com um legado que ainda vai nos dar muito orgulho internacional. Intérprete e compositor inspirado, assistiu todas as fases da música brasileira no século 20, sempre mantendo seu foco nas formas instrumentais que deram fama à nossa música: o choro, a valsa e o samba. Mas também interpretou a obra dos clássicos europeus e se aventurou por ideias contemporâneas, sem nunca descaracterizar as cadências da música nacional.
ALDO MORAES (músico) - Londrina
Mensalão é lenda!
O mensalão não existe. No entanto, coelhinho da Páscoa, Papai Noel, OVNIs, duendes, saci e até a mula sem cabeça existem. O mensalão é invenção coletiva de imaginação muito fértil. A mídia é a culpada.
MANOEL JOSÉ RODRIGUES (assistente administrativo) - Alvorada do Sul





