OPINIÃO DO LEITOR
Triste felicidade
Londrina amanheceu mais feliz nessa terça-feira com a cassação do sr. Barbosa Neto. Essa felicidade momentânea nos traz grande tristeza posterior, pois concluímos como a cidade está abandonada na esfera política. Dos últimos três prefeitos eleitos, dois foram cassados, e o pior: um que fora cassado no passado, conseguiu se reeleger nas últimas eleições, e só não assumiu o poder porque a Justiça Eleitoral impugnou sua candidatura. Em um futuro não muito distante, poderemos vir a eleger Barbosa novamente. Caso Barbosa não tivesse sido cassado, possivelmente estaria disputando um segundo turno nas eleições deste ano com grandes chances de reeleição, o que seria mais preocupante para nossa cidade. Estamos às vésperas da eleição municipal, vamos questionar e conhecer a fundo nosso candidato, antes de escolhermos. Precisamos de políticos que, antes de exercerem o cargo público, sejam homens justos, honrados e corretos, pautados pelos princípios da moral e dos bons costumes em todos os seus atos. Londrina precisa voltar a ser a Terra Vermelha de antes.
GUILHERME ACQUAROLE (engenheiro agrônomo) - Londrina
Abstenção na Câmara
Abstenção tem denotação de permitir, intencionalmente, de exercer um direito ou uma função. Neste mecanismo podemos observar a presença da negligência. Esta, por sua vez, remete ao desleixo, descaso, displicência, abandono, entre outros significados. Chama à atenção o desrespeito pela recorrência da abstenção nas votações políticas. Sabemos que não é de hoje, mas é imperativo na prática desleal na representatividade daqueles que elegem um representante e que lá deveriam exercer suas funções com zelo. Ao contrário, não vemos por parte dos partidários da abstenção o devido empenho, respeito, devotamento com aqueles que os elegeram. Possivelmente, esqueceram como chegaram. Certamente, saberão porque também sairão. Abstenção não é voto, é ausência de opinião, conceito, juízo, etc.
CINTYA AKEMI HORITA (dona de casa) - Londrina
Na geral e na moral
Parabéns a todos os desocupados, prós e contras, que permaneceram 13 horas no recinto da Câmara num dia de expediente normal de trabalho. Que a mesma energia, de ambos os lados, possa também se fazer presente nos respingos que Londrina terá em relação ao julgamento do mensalão que começa hoje em Brasília. Que a mesma perseverança dos nobres edis, todos eles, também se faça cotidiana nas apurações de favores, concessões e arranjos permutáveis no passado, quando se tentou, por exemplo, barganhar apoio e conivência do Executivo para que a aquisição de gêneros alimentícios da merenda escolar na cidade favorecesse a árvore genealógica de alguns.
AMADEU VIEIRA SOBRINHO (corretor de imóveis) - Londrina
Começou depois e terminou antes!
O mandato do cassado prefeito de Londrina, Homero Barbosa Neto, começou 6 meses depois e terminou 5 meses antes. Esta condição para a nossa cidade é negativa. Também é negativa uma cidade ter dois prefeitos cassados em 12 anos. Espero que nesses cinco meses de gestão do prefeito Joaquim Ribeiro tenhamos dele e da sua equipe um final ético e moral na administração municipal. Espero que um dos seus primeiros ato seja a exoneração do presidente da CMTU.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina
Dois pesos, duas medidas?
É tão lindo ver a cidade entregue na mão de ''controladores previsíveis''. A política em Londrina virou teatro, e o melhor pura comédia. O interessante que é jogada política. Agora, é só rodar a cidade de Leste a Oeste, de Norte a Sul e ver o que melhorou. Aplausos para os incompetentes pagos pela população. Queria ver o que aconteceria se o voto não fosse obrigatório? Engraçado que o prefeito que antecedeu Barbosa Neto fez muito menos e teve liberdade e todo o tempo para ficar à frente da prefeitura. Vai entender!
RAPHAEL HENRIQUE E CRUZ (jogador de futebol) - Londrina





