Rinha de galos de briga
Proibida por lei no Brasil e também em países como EUA, Argentina e Inglaterra, infelizmente ainda existe esta prática de criação de ''galos de briga'', com o intuito de utilizá-los em ''competições'' com apostas que têm como plateia facínoras que sentem prazer em assistir os animais brigar e sangrar até a morte. Animais são criados, mantidos em caixotes e sujeitos a todo tipo de crueldade, iniciando a vida de sofrimento, com o treinamento ''básico'' (o treinador segura o animal com uma mão no papo e outra no rabo, jogando-o para cima e o deixando cair no chão), além de vários outros procedimentos. Essas competições, bárbaras e nojentas, são apreciadas por indivíduos cruéis e sem escrúpulos que se divertem torturando animais. Pessoas de mau gosto, como aquelas que usam uma bolsa de crocodilo e gostam de tapetes feitos de couro de onça. Esses monstros que cometem tal crime contra animais indefesos deveriam brigar entre si ao invés de colocá-los para brigarem. Os admiradores deste tipo de ''espetáculo'' de horror envergonham a raça humana.
REGINA CHUBACI (assistente social) - Londrina

Pró-privatização
Endosso as referências às ações do Gaeco pelos leitores da FOLHA. Mas o advogado Helemilton Dias de Oliveira (Opinião do Leitor, 24/7) peca quando pretende justificar os atentados contra a economia praticados na era Lula apontando erros que também podem ser carimbados como supostos feitos por Eduardo Azeredo, o ex-governador mineiro, alcunhado de pai do Mensalão. O PT - agora substituído pelo lulismo -, ganhou o poder balançando as bandeiras da incorruptibilidade, da decência, da transparência, da ética. Decididamente, não é esse o comportamento visto e o que se constata é que nunca, na história desse país, se roubou tanto, tão descarada e impunemente. O uso do título do do livro ''Pirataria tucana'', do jornalista montecastelense Amaury de Oliveira Júnior, não é nenhuma credencial para se criminalizar o comportamento neoliberal das privatizações, assumido corajosamente pela presidente Dilma Rousseff, mas que os ideólogos radicais teimam nominá-las como concessões, um escancarado eufemismo. Preparemo-nos, pois, para, em agosto, aplaudirmos novas e necessárias privatizações, pois um Estado que se propõe moderno, pragmático, deve sim preocupar-se com a saúde, a educação, a segurança. Nada de vender gás, telefone, óleo, água, luz, minério. Nem cuidar de rodovias, portos, aeroportos. Coisas para gente do ramo.
PARREIRAS RODRIGUES (jornalista) - Curitiba

Descaso na PR-445
Gostaria de dar os ''parabéns'' à concessionária Econorte pelo acostamento feito entre os postos Cupim e Portelão na PR-445, em Cambé. Depois de mais de 10 anos de concessão, é um brilhante trabalho desta concessionária que opera com uma tarifa de pedágio tão barata.
DJALMA SANTOS GOMES (empresário) - Londrina

Cigarros
Não sei por que aquele alerta nos maços de cigarro. É preciso ter uma outra estratégia para evitar os futuros consumidores de cigarros. Basta enviar fumantes às escolas e os professores pedirem para os alunos aspirarem o ar perto ou até cheirar a mão deles. Garanto que após isso, os estudantes nunca mais vão querer fumar para não ter aquele odor intragável impregnado nas mãos, sem falar do hálito que também é insuportável. Não é com propaganda nos maços de cigarro que vão acabar com isso, mas sim com prevenção para não surgirem novos viciados.
MARCIO DICESAR BENASSI (escritor) - Sertanópolis

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