OPINIÃO DO LEITOR
Mais respeito com Londrina
Com relação à carta PDT x Gaeco (Opinião do Leitor, 19/7), talvez o sr. Valmor Stédile não conheça nem mesmo os caminhos que chegam a Londrina. É um membro do partido que vive bem longe da cidade e, portanto, não está credenciado a avaliar com exatidão o sentimento de vergonha e constrangimento pelo qual estamos passando. Também, por isso, não está em condições de contestar o trabalho sério de investigações do Gaeco, que é apoiado e reconhecido por toda a sociedade londrinense, através das suas lideranças representativas. Ele precisa saber que, para rebater a opinião editorial da FOLHA e dos inúmeros munícipes que se manifestaram através do jornal, é necessária uma argumentação bem mais consistente e fundamentada do que as palavras vãs e as citações bíblicas, artifícios que os populistas sabem usar com maestria para ludibriar os incautos e escamotear a verdade. Dizer que a providencial prisão dos membros do partido, denunciados pela prática de tentativa de suborno, comprovada por um vídeo ilustrativo e depoimentos robustos, é ''mera ilação lançada ao vento'', é menosprezar a inteligência de cidadãos que não suportam mais o malfeito e afrontar o discernimento das pessoas, como um tapa na cara de toda uma população que quer dar um basta nessa constrangedora situação que Londrina vive.
LUDINEI PICELLI (administrador de Empresas) - Londrina
Limites de velocidade
Muito oportuna a reportagem ''Limite instável confunde motoristas'' (Folha Cidades, 17/7), que oferece inúmeros elementos para reflexão: fotos, depoimentos, opiniões, etc. Os órgãos responsáveis pela imposição, sinalização, controle e fiscalização dos limites de velocidade deveriam refletir sobre a necessidade de atualização. A melhoria de nossas vias, o aumento da frota e a consequente necessidade de maior fluidez do tráfego somado à revolução tecnológica por que passou a indústria automobilística nas útimas décadas clamam por uma adequação desses limites à realidade atual. Que se estabeleça um limite único e atualizado para cada via e nos locais onde a velocidade deva ser reduzida por conta da segurança de pedestres, escolas, etc., instalem-se redutores de velocidade devidamente sinalizados. Para aqueles que entendem que trafegar a 40, 50 ou 60 km/h é o ideal para a sua segurança e dos demais, peço-lhes que utilizem a faixa da direita, não ignorem o fato de que outras pessoas queiram ou precisam andar mais rápido, ainda que acima do limite permitido. Isso se chama livre-arbítrio.
JOEL DE PAULA (pescador) - Londrina
LEC: 'torcedor do futuro'
Em resposta ao sr. Arthur Marcos S. Rodrigues (Opinião do Leitor, 18/7) sobre o Londrina Esporte Clube (LEC), nos próximos dias uma ideia se tornará um projeto. Esse projeto buscará conhecer ''o torcedor do futuro'', iniciando-se com as escolas de 1 à 4 séries e, posteriormente, às demais, envolvendo toda a cidade. Quanto à transparência, a diretoria coloca à disposição de todos os associados os balancetes na sede do VGD. O LEC hoje tem sua situação financeira controlada pela Justiça do Trabalho e auditada e fiscalizada por três auditores do nosso Conselho Fiscal e por um interventor nomeado pelo juiz da Vara do Trabalho.
MIRKO SANDRO BRESSANINE (diretor de Comunicação do LEC) - Londrina
Desprezo ao eleitor
Nossos representantes políticos, raríssimas as exceções, atuam como verdadeiros maestros: enquanto regem as suas ''orquestras'' se viram de costas ao público.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé
Correção
- Diferentemente do informado na matéria ''Lista de Caldarelli: juiz condena ex-vereadores à prisão'' (Política, 19/7), a lei municipal 9.898/2006 foi sancionada pelo prefeito em exercício Luís Fernando Pinto Dias, no dia 3 de janeiro de 2006.





