OPINIÃO DO LEITOR
Prejuízo invisível
Muitas vezes tomamos conhecimento de situações e não nos atentamos para o prejuízo que aquilo trará para a população em geral. Quero chamar a atenção para duas situações que em minha opinião devem ser revistas. A instalação dos parquímetros em área de Zona Azul geraram uma nítida e clara retirada dos agentes das ruas. É fácil perceber que o número destes prestadores de serviço diminuiu. Com isso, o dinheiro que chegava ao comércio através do salário deste pessoal desapareceu, a arrecadação com a locação e manutenção dos equipamentos eletrônicos migrou para outro município ou ficou centralizado em um único CNPJ que não consome no mercado local. Isso também trouxe novamente às ruas os ''guardadores'' que, sob a alegação de ausência dos agentes de Zona Azul cobram de forma impositiva, em especial das mulheres. A segunda situação foi a dispensa dos cobradores de ônibus. Hoje os coletivos, que possuem vaga especial para suas paradas nos pontos, param sem guardar o espaço de passagem dos veículos na pista de tráfego, os veículos posicionados atrás desses ônibus não conseguem seguir seu trajeto e são obrigados a aguardar que o motorista atenda e dê o troco aos passageiros. Os munícipes nestas duas situações estão sendo prejudicados porque nossos legusladores não prestaram atenção aos resultados indesejáveis que as medidas provocariam.
PAULO MAURICIO ACQUAROLE (gerente de negócios) - Londrina
Parque do Lago Igapó/Zerão
Com a criação da Guarda Municipal abre-se a possibilidade de resgate por parte da população de espaços importantes e que foram deixados de lado por décadas, a saber: 1) Anfiteatro do Zerão: poucos sabem que no interior do anfiteatro se encontra um belo teatro com palco, auditório, camarins, sanitários e vestiários e que estão com suas paredes lacradas; 2) sanitários que ficam ao largo das margens do Igapó 1: também poderiam ser recuperados pelo menos um para uso dos idosos e demais munícipes. As duas obras são importantes e somadas às demais benfeitorias existentes transformariam este lugar no espaço do lazer, esporte, saúde e cultura.
VIRGÍLIO MOREIRA (engenheiro civil) - Londrina
Lei da Muralha
Agora que tiramos esse entrave da Lei da Muralha da cidade, será que finalmente poderemos ter melhores servicos prestados? Será que teremos preços efetivamente reduzidos? Como todo londrinense, espero que sim, mas e se for comprovado de fato que existia um mensalinho na Câmara para se manter essa lei o que irá acontecer? Se levarmos em consideração que essa lei absurda vigora desde 2005, lesando uma cidade inteira, os culpados serão devidamente processados e a cidade ressarcida do prejuízo econômico que isso gerou?
DENIS ALVES MAIO (eletrecista automotivo) - Londrina
Oswaldo Militão
Parabéns ao jornalista Oswaldo Militão pelo seu desabafo na coluna ''Sociedade Londrina'' (Cidades, 7/7). Conceituado como um dos jornalistas mais equilibrados da nossa cidade, ao escrever a nota ''No rabo do povo'' e discorrer sobre a sua desilusão com a política nacional, citando o caso Carlinhos Cachoeira, colocou em suas linhas o pensamento de todo o povo brasileiro, inclusive o meu. Fico orgulhoso e feliz de termos um cidadão voltado ao bem comum e em defesa do povo sofrido que é quem sempre paga a conta.
LUIZ VICTOR VAL MYSZKOWSKI (perito criminal aposentado) - Londrina
Representante do povo?
Dizem que os deputados e vereadores são representantes do povo, isso quer dizer que eles estão lá para defender os interesses do povo. Porém, quando surge um projeto do Poder Executivo ou de qualquer outro partido, nossos representantes só podem votar com a vontade de seu partido. Ou seja, são representantes do partido e não do povo.
TOCHITANE MITSI (gerente de restaurante) - Londrina





