Lei da Muralha
Sou a favor da Lei da Muralha, inclusive, que aumente seus limites até as divisas da cidade. Uma muralha alta, cheia de guaritas para vigiar e selecionar quem aqui possa entrar. Do lado de cá, a Londrina pujante habitada por londrinenses honrados e obreiros, que nos permita elegê-los para nos representar somente voltados para o interesse coletivo. Homens que ponham no bolso o ganho honesto por seu labor. Do lado de lá, a canalhada que hoje toma conta e controla o poder em nossa cidade. Aqueles cujo rendimento sujo lhes proporciona prazer e não se envergonham quando suas sujeiras afloram na sociedade. Junto, os populistas que zombam do eleitor culto enquanto cativam os ignorantes e fazem deles o passaporte para o poder e posse do erário. Senão isto, que derrubem esta indecência!
RUBENS ROMAGNOLLI (engenheiro civil) - Londrina

Fim da 'muralha'
Baseando no princípio que a ''muralha'' construída em Londrina impede que outros grandes redes de supermercados e de materiais de construção venham se instalar na cidade, a derrubada dessa lei trará mais concorrência entre esse tipo de empreendimento. Trará também muito mais empregos para os filhos da cidade. O que entristece é ver a falta de patriotismos de alguns vereadores com o povo londrinense. Votar a favor da manutenção da ''muralha'' é apoiar um ou dois empresários e deixar a maioria dos jovens sem emprego. É deixar o londrinense sem direito de ter mais opções para pesquisar os preços. Não precisamos de muralha mais branda. Precisamos sim do fim da muralha.
SYLVIO SIDNEI BENINI (professor) - Londrina

Dia 'd' na Câmara
Hoje teremos sessão no Legislativo londrinense na qual os vereadores estarão votando a revogação da Lei da Muralha. Ao longo das discussões sobre essa lei nunca ouvi nenhuma pessoa defender a sua continuidade, exceto, o prefeito Barbosa Neto, seus súditos (alguns presos) e mais uma meia dúzia de vereadores que fazem parte da sua ''turma''. Na entrevista coletiva na última semana, o prefeito demonstrou desconhecimento sobre a lei de zoneamento da cidade e também das funções do IPPUL ao afirmar ser injusto ''uma pessoa comprar uma casa, e de repente abre ao lado uma empresa de transporte ou mesmo um supermercado''. A afirmação não tem nada a ver com a Lei da Muralha. Vamos acompanhar de perto as votações, abstenções e ausências dos vereadores dessa lei que, derrubada irá nos privilegiar com menores custos nos supermercados.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina

Papel do vereador
Muito oportuna e esclarecedora a carta da estudante de Direito Thayara Buranello Siqueira (Opinião do Leitor, 1/7). É necessária a reflexão e que cada vez mais as pessoas se instruam sobre a real finalidade dos cargos daqueles que querem nos representar. Que mais pessoas possam refletir (e aprender) sobre essa importante questão nas eleições que se aproximam. Assim, quem sabe, possamos votar com real consciência. E para os que se candidatam também saibam do seu dever: consciência, conhecimento do cargo, ética e moral.
ANDRÉ SELL (arquiteto) - Londrina

Deus não é surdo
Provavelmente os integrantes de determinada igreja nunca leram o que Jesus deixou escrito em Mateus 6,6, onde ensina-nos a orar em silêncio e em segredo a Deus que nos compensará. No último dia 29/6 conseguiram fazer um barulho tão grande em sua chácara situada na Zona Sul de Londrina ao orar com microfones e caixas de som potentíssimas e atrapalhar, num entorno de 3 quilômetros, crianças e pais de famílias de terem um bom sono. Isso até à meia-noite quando aquietaram-se por interferência da PM.
CLAUDINEI SANTOS (policial rodoviário federal) - Londrina

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