OPINIÃO DO LEITOR
Rua Almeida Garret
Outra vez o Lago Igapó transborda e a Rua Almeida Garret é interditada, causando transtorno a moradores da região Sul de Londrina. Essa via sinuosa, logo após a barragem do Igapó, dá acesso à Avenida Harry Prochet. Estreita e com muitas curvas é um gargalo no meio da viagem de estudantes das universidades e de moradores da área, além de aumentar o risco de acidentes tão frequentes na cidade. Nossas comunidades vêm dialogando com o município uma solução definitiva para o problema. A abertura de um trecho da Avenida Waldemar Spranger, da Rua Carlos da Costa Branco até a Avenida Albânia. Não é uma solução rápida. Há desapropriações, porém será definitiva e de qualidade.
IZAÍAS BITENCOURT MORAES (aposentado) - Londrina
Só US$ 10 bilhões?
Não sei como é concebível em período de negociações e greve dos servidores federais da educação, o governo querer ''dar'' US$ 10 bilhões para tentar salvar a Europa da crise. O pior é que o Ministério da Educação retardou as negociações até as instituições entrarem em greve, prejudicando de maneira direta o contribuinte. É até estranho ver que um país que bate recordes de arrecadações a cada ano, prefira resolver os problemas dos outros aos seus. Vergonhoso.
PAULO SÉRGIO CARNICELLI (servidor público) - Ivaiporã
Concretização x coletivo
Com a Rio+20, novamente abrem-se inúmeras discussões acerca de temas críticos e de interesse público como: pobreza, emprego, energia, água, entre outros. Vários tópicos estão relacionados ao efeito estufa. Sabemos que precisamos diminuir as emissões anuais dos gases que provocam esse fenômeno, mas nem sempre temos consciência da realidade. Dados apontam que um americano emite uma média de 20 toneladas, enquanto um indiano menos de duas. Isso confirma a desigualdade existente, já que acredita-se que consumir exacerbadamente seja um fator contribuinte no processo de aquecimento global. Mais uma vez, a responsabilidade recai sobre os cidadãos. Não bastam reuniões com grandes líderes. Somos desafiados por meio do comprometimento individual e coletivo. Devemos nos preocupar com as pequenas ações do cotidiano, assim como com a escolha dos governantes. É preciso que governança e povo sigam, de uma vez por todas, um mesmo plano: o de sustentabilidade.
HELOÍSA DÉBORA DE LIMA PRADO (estudante) - Londrina
Cadê a CMTU?
Entendo a indignação do médico Alvaro Augusto D. da Silva (Opinião do Leitor, 19/6), pois quando mais precisamos de um órgão público ele deixa a desejar. Para a CMTU, só interessa o Centro e algumas avenidas, pois nesses lugares há um grande acúmulo de carros e, então, o número de multas é maior. Andar pelos bairros até mesmo pelo aeroporto não compensa visto que a arrecardação seria pequena. Dr. Alvaro quer achar a CMTU? Dê uma volta pelo Centro e dê uma olhada antes dos semáfaros e até mesmo atrás de árvores.
JULIO RODRIGUES DE MELLO (vigilante) - Londrina
'PEC da Impunidade'
O Congresso Nacional quer afastar o Ministério Público das investigações criminais. O que deveria ser feito é acabar com a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), pois as polícias Federal e Civil e o Ministério Público investigam e colocam os suspeitos na cadeia. Somente quando o Ministério Público faz uma denúncia é que os parlamentares se movimentam para montar as CPIs para investigar os suspeitos. No entanto, percebe-se que apenas estão mais preocupados em proteger os membros de seu partido, ao invés de realmente investigar. Deveríamos deixar todo o poder para o Ministério Público para que ele possa investigar, independente do cargo político dos envolvidos.
TOCHITANE MITSI (gerente de restaurante) - Londrina





