Problemas no Centro
Problema 1: a Prefeitura recapeou a Rua Minas Gerais, mas não pintou as faixas de pedestre nos locais antigos. Para atravessar torna-se um problema, porque os carros não param, principalmente na rotatória. Problema 2: todas as luminárias da Concha Acústica estão ficando apagadas durante a noite, inclusive as do Memorial do Pioneiro. O problema é que, sem iluminação e com a obra abandonada da Secretaria de Cultura, o local torna-se perigoso pela frequência, muitas vezes ''indesejada'' de alguns elementos.
ANA PAULA MELO (funcionária dos Correios) - Londrina

Desagravo ou comício?
No meu entendimento, o Gaeco nem deveria se preocupar em responder as críticas do presidente do PDT, Carlos Luppi, um homem inqualificável, e também dos demais integrantes do desagravo público que nada mais foi que um explícito comício eleitoral para o prefeito de Londrina, Barbosa Neto, merecendo, sim, especial atenção e aplicação das penalidades cabíveis por parte do TRE. Responder por responder os ataques desses manifestantes é lavar asno com água e sabão, ou seja, perder tempo.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

Silêncio de Cachoeira
Não foi nenhuma surpresa o contraventor Carlos Cachoeira ficar calado na CPI. A bola foi cantada por seu advogado dias antes. Ficar fazendo perguntas a uma múmia como disse a senadora Kátia Abreu, só serviu de munição para o cliente e seu advogado para um próximo encontro. A amostra dessa CPI já serviu para entendermos como será o seu fim. Uma perda de tempo e de dinheiro, enquanto projetos importantes ficam engavetados.
IZABEL AVALLONE (professora) - São Paulo

Cachoeira seca
A maioria da população brasileira sabe que a CPI (''Comilança de Pizza Internamente'') do Cachoeira não vai dar em nada. Afinal, ele está preso e se aprofundarem as investigações (''doa a quem doar'') muitos serão atingidos. Então, vamos levar tudo em banho maria e aguardar alguma tragédia ou outro escândalo ainda maior para que se desvie o foco das atenções. As eleições estão chegando, e nós vamos ameaçar fazer passeata e, por fim, a maioria vai voltar para eleger os mesmos. Seria a síndrome de Estocolmo? Ou seria a síndrome de como estou? Brasil, um país sem miséria aqui é uma utopia.
MANOEL JOSÉ RODRIGUES (assistente administrativo) - Alvorada do Sul

'Todo homem tem um preço'
Oba! Vem aí as próximas eleições. Este ano quero aumentar minha casa, consertar meu carro, realizar o sonhado aniversário da minha filha e não posso gastar nada com gasolina, pois é um ano eleitoral. Esses termos citados acima são comuns entre diálogos nos bairros, praças, bares e até em igrejas. O Editorial da FOLHA ''Todo homem tem um preço'' (19/5) comenta frase dita por um empresário de Londrina que foi preso acusado de corrupção. Concordo em gênero e número com o termo direcionado à grande parte do povo brasileiro, não apenas aos políticos. Esse ciclo vicioso forma uma corrente insustentável que parte da cozinha da casa do ''joãozinho'' até os grandes gabinetes e entre pessoas engravatadas que tiveram milhões de votos. É um rio que, se não preservarmos a nascente, parte para desembocar no mar destruindo saúde, educação, empregos, segurança, etc.
ADILSON DE SOUZA (professor) - Tapejara

Falta de atenção!
Com relação à matéria ''Menos carros e mais mortes'' (Reportagem, 20/5), essa estatística está mostrando que nos maiores centros onde o trânsito é mais concentrado e requer maior atenção, as mortes diminuíram. Já onde o trânsito corre mais frouxo, talvez, com menor fiscalização, medidas de prevenção e alta velocidade os acidentes aumentaram assustadoramente.
ANTONIO PEREIRA (contador) - Londrina

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