Limpeza do Calçadão
Li a notícia do novo contrato ''emergencial'' da Prefeitura de Londrina com a MM, que vai nos custar perto de R$ 4 milhões, valor 1,5% superior ao contrato anterior. E observei sobre um dos itens do contrato: a lavagem do Calçadão. O Calçadão se constitui de cinco quadras. Anterioremente, todas eram lavadas com ácido. Depois que a Prefeitura fez a ''revitalização'' de três quadras, apenas as duas restantes continuam a ser lavadas porque, segundo os próprios empregados da MM, são proibidos de passar ácido nas ''revitalizadas''. É compreensível porque, se passarem, o ácido vai corroer o paver, que é de cimento. Se apenas duas quadras estão sendo lavadas, o valor das outras três não deveria ser retirado do contrato, diminuindo o seu valor, ao invés de aumentar? Com a palavra, os responsáveis.
NINA CARDOSO (psicóloga) - Londrina

Ditadores de volta
A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, pensou assim: ''Se Evo Morales pôde roubar a Petrobras que investiu na Bolívia, por que não vou poder roubar os espanhóis que investiram no meu país?''. O Brasil ainda vai ser acusado no Tribunal Internacional de Justiça de Haia por ter aberto um precedente e não cortar o mal pela raiz quando permitiu ao irmanito se apoderar de um bem brasileiro (pelo menos em tese a Petrobras é do povo). Estão criando subditadores em toda a América Latina.
MARCIO DICESAR BENASSI (escritor) - Sertanópolis

Título merecido
Nos últimos dias estamos lendo manifestações a favor e contra a concessão de título de Cidadão Honorário ao jovem cantor Luan Santana pela Câmara de Londrina. É fato de que nossos vereadores deveriam estar mais atentos aos problemas reais da cidade e cobrar mais da administração pública a efetividade dos projetos e programas tão alardeados em campanhas políticas (saúde, educação, saneamento, etc.), mas o título é merecido a esse jovem que escolheu a cidade para sua moradia e interessa-se pelos problemas sociais. Títulos honorários vêm sendo concedidos pela Câmara por qualquer motivo, inclusive é hora de refletir porque rapidamente esquecemos que recentemente foi concedida homenagem ao Ciap e, na sequência, fomos surpreendidos com notícias de prisões, fraudes e investigações pelo Ministério Púbico. Devemos estar atentos para não esquecer as más ações que realmente afetaram a cidade e, na hora de escolher os representantes, repensar com critério e sem esquecimento.
NIDIA FARINA LAMY (economista) - Londrina

Estado laico
Com respeito à reportagem ''Aluno é expulso de sala por se recusar a rezar'' (Geral, 19/4), independente de ser ou não ateu, o estudante demonstou total falta de educação, pois durante um ato religioso embora não participasse da oração deveria levantar-se em sinal de respeito. Seu tio, que é ateu e membro da Atea, deve saber que a imensa maioria dos brasileiros é religiosa e cristã e, em qualquer democracia, a manifestação religiosa é livre. Uma oração não faz mal a ninguém. Esse senhor deveria importar-se mais com a educação e formação do seu sobrinho do que procurar assoberbar-se por uma posição em que no Brasil, embora o Estado seja laico, o cristianismo é base de sustentação religiosa e moral, pois somente a religião, a fé em Deus e o temor aos pecados moldam as pessoas para o bem. Quanto ao ateísmo, a própria negação é reconhimento da existência de Deus. Parabéns à professora do Colégio General Carneiro de Roncador, e que a diretora Neusa Schmidt de Oliveira a incentive a continuar por esse caminho.
SILVESTRE GALVÃO AURELIANO (aposentado) - Santo Antônio da Platina

Correção
- Ao contrário do informado na matéria ''UEL oferece curso de informática'' (Mercado Digital/Folha Economia, 19/4), é cobrada taxa de R$ 150 pelo curso.

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