OPINIÃO DO LEITOR
Revitalização do Cadeião
Discordo do leitor Antonio Aparecido da Silva (Opinião do Leitor, 3/4) no que diz respeito à entrega do prédio do cadeião à Fecomércio. É certo que ali estão lembranças muito tristes. É certo também que praças com seu verde e flores coloridas trariam um novo alento e beleza ao local. No entanto, essa praça estaria fadada, em pouco tempo, a se tornar abrigo para drogados e depredadores, que emporcalham e destroem tudo, como vem acontecendo em uma linda praça bem perto desse local. Parabenizo a Fecomércio (Sesc-Senac) que assumiu o prédio e suponho que, com certeza, realizará obras e serviços que tornarão o local agradável, pois é notório os relevantes serviços que são prestados pela instituição na área da cultura, arte e educação. E seus prédios, pode-se ver, são muito bem cuidados oferecendo agradável imagem para quem passa ou neles adentra.
LUCIANA CALDEIRA DE SOUZA (estudante de Pedagogia) - Londrina
Combate ao crack
Apesar de ainda pouco difundido, o crack já é um problema nos subúrbios europeus. Mas aí vemos a diferença dos países mais desenvolvidos para reduzir os riscos associados ao vício. Países como a Alemanha criaram salas de inalação para os consumidores irem aos poucos substituindo a droga. Enquanto no Brasil temos políticas de desalojamento e reclusão, lá os governos buscam uma interação com o viciado a fim de que ele se conscientize da possibilidade de acabar com o vício. Todos sabem que as consequências do uso de crack são inarredáveis, portanto é tempo de o país adotar medidas que realmente acabem com o problema, e não só desfarcem a situação.
ANA CAROLINA MARTINEZ SEKIAMA (estudante) - Londrina
Dai a Dilma, o que é de Dilma
Novamente estamos fazendo a declaração do Imposto de Renda em meio a tantas denúncias de sonegação, corrupção, malversação do dinheiro público, altos salários (legais ou não) imorais pagos para certos membros dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário,. Enquanto isso, nós pobres contribuintes pagamos nossos impostos e não recebemos em contrapartida: segurança, educação, saúde e outros serviços que o Estado deveria prestar ao cidadão, e prefere terceirizá-los a empresas e ONGs fajutas, que só servem para abocanhar parte do que pagamos. Ficamos revoltados na hora de entregarmos nossa declaração do IR. Alguns contribuintes procuram burlar a declaração, omitindo rendimentos ou informando pagamentos frios. Com isso nos igualamos àqueles sacerdotes e fariseus que perguntaram a Cristo: É permitido ou não pagar o imposto a César? (Mt 22,17). Não devemos ter essa atitude. Se a legislação tributária é correta ou não, não nos cabe questioná-la e sim cumpri-la. Indignado ou não, faça a coisa certa e siga o ensinamento bíblico: Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus (Mt 22,21); e fique em paz consigo mesmo e com Deus.
FERNANDO CÉSAR ALVES (técnico em contabilidade) - Santo Antonio da Platina
Crise na segurança pública
Item extremamente necessário para a paz desejada por todos, de responsabilidade e obrigação do Estado, imensamente esperado e aguardado pela comunidade do bem. Responsabilidade de quem? Da Presidente? Dos deputados e senadores? Do ministro da Justiça? Do governador? Do secretário da Segurança Pública? Das polícias Civil, Militar? Dos conselhos de segurança? Existe uma legislação tendenciosa que pende para os exagerados direitos dos malfeitores, então, quem faz as leis? Quem assina para se tornarem leis? Às vezes, quem tem que fazer cumprir a lei passa por malvado. Caso do meu município: tem delegacia, mas não tem Polícia Civil (delegado, escrivão, investigador). Só tem Polícia Militar, e com um contingente menor que o mínimo necessário. Então, como esperar uma prestação de serviço à altura do que merece a população? Quem será que deixou o problema da segurança pública chegar a esse nível crítico? Como presidente do Conseg-Itambaracá, desde agosto de 2011, reivindicamos um escrivão e um investigador para a Polícia Civil. Quanto ao delegado, nos foi dito que somente mais à frente. Quando será?
YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) - Itambaracá
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