OPINIÃO DO LEITOR
Fim do 14º e 15º salários
Com relação à matéria ''Adiada a votação sobre fim do 14º e 15º'' (Política, 21/3), referente ao projeto que exingue salários extras de senadores e deputados, iniciativa da senadora licenciada e atual ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, é uma desfaçatez o senador Ivo Cassol (PP-RO) alegar que político no Brasil é mal remunerado. Os salários dos senadores é um dos maiores deste País (R$ 26,7 mil), além de vários auxílios que recebem (passagens, moradia, verbas de correio, etc.). Quero crer que o sr. Cassol não foi coagido por ninguém para ser senador, portanto, caso não seja do agrado dele tal remuneração, sugiro que peça exoneração do cargo e vá trabalhar na iniciativa privada. Daí sim, sentirá na pele o que é ter necessidade de apresentar resultados para fazer jus ao salário ganho, e mal tem 13º.
ALFREDO CARVALHO (administrador de empresas) - Londrina
Estacionamento no Igapó
Fiquei perplexa com o comentário da leitora Camila Souza (Opinião do Leitor, 14/3) referente à proibição de estacionamento na Rua Joaquim de Mattos Barreto. O que é melhor? Ter 10 a 15 vagas para ''algumas pessoas'' estacionarem ou liberar 50% de uma via onde transitam milhares de carros todos os dias? Claro que a sobrecarga de carros na rotatória da Avenida Maringá deve ser urgentemente avaliada pelos órgãos competentes e uma solução proposta para a região, mas a proibição do estacionamento por si só já melhorou consideravelmente o trânsito, principalmente nos horários de pico. Aos que queiram fazer suas caminhadas matinais, dou uma sugestão: estacionem seus carros após a rotatória, no início do aterro do Igapó, pois, além de várias vagas, o local situa-se apenas 30 ou 40 metros de distância do lago, o que não me parece ser muito distante, considerando que o objetivo seja justamente ''caminhar''.
ELIANE AZEREDO (cirurgiã dentista) - Londrina
Síndrome de Down
Os profissionais da área da saúde sabem tecnicamente bastante sobre a Síndrome de Down, mas existe pouca orientação sobre a visão humana da doença. Tanto esses especialistas quanto a maioria da população não sabem como lidar com essas pessoas no dia a dia. O brasileiro Alberto Costa desenvolveu uma pesquisa sobre o assunto. Pai de uma menina portadora da Síndrome, ele está tentando comprovar que é possível fazer intervenções com remédios para estimular o cérebro a ter um desenvolvimento e capacidade cognitiva maior. Sua pesquisa ainda é preliminar e, por isso, é preciso cautela. O Congresso e o Senado estão mobilizados e confiantes a respeito da pesquisa.
LUANA FERRARI DIAS (estudante) - Londrina
'Equilíbrio informativo'
Caro sr. Milton F. Simões (Opinião do Leitor, 10/3), ''equilíbrio informativo'' é o acesso à informação correta, precisa, ética e transparente, isenta de tendências, de maldades e de injustiças. É a busca do registro do cotidiano, já que hoje alguns órgãos de imprensa de Londrina se negam a fazer este registro, anulando-se enquanto contador da história do município. Será que não é importante Londrina reduzir seu índice de mortalidade infantil a um dígito, como os países de primeiro mundo? Esta informação não foi registrada no periódico citado pelo leitor. Será que uma horta comunitária e uma academia ao ar livre não são importantes para uma cidade? Infelizmente, muitas vezes, a imprensa se nega a registrar estes fatos. E por quê? Ao contrário do que diz o leitor, a administração tem boas informações, mas os veículos de comunicação se negam a transmitir ao público.
NÚCLEO DE COMUNICAÇÃO DA PREFEITURA DE LONDRINA
N.R.: A Folha de Londrina jamais se negou a publicar fatos e notícias positivas da administração municipal. A Redação está comprometida com os princípios da ética, equilíbrio e independência editorial.





