Esporte e bebida alcoólica combinam?
Para os jogos da Copa de 2014, a Fifa diz que sim e nossas autoridades estão aceitando esse absurdo que desrespeita a nossa soberania. Dizem que há um protocolo assinado pelo então presidente Lula de que essa seria uma das condições impostas para que o Brasil fosse escolhido sede da Copa. Qual a ligação entre a Fifa e os fabricantes de bebidas alcoólicas? Deve ser porque carreiam muito dinheiro em patrocínios. Por dinheiro, passa-se por cima da lei brasileira que já proíbe há tempos a comercialização de bebidas alcoólicas nos estádios. Todos sabem dos malefícios das bebidas alcoólicas para a saúde, para o bolso e para evitar brigas e acidentes de toda natureza. Esse retrocesso imposto pela Fifa e pacificamente aceito por nossas autoridades é revoltante. Precisamos, sim, avançar com a criação de leis e mecanismos que coibam o uso de bebidas alcoólicas, principalmente, entre os jovens.
EDGAR BAER (advogado) - Londrina

Falta de planejamento
As aulas da rede municipal começaram sem material escolar (e sem a cola de tampa azul), e sem uniforme; vias importantes continuam esburacadas (ainda que seja ''herança maldita'' do antecessor, já tem quase 4 anos!); abre-fecha-abre-fecha rua do Bosque; a população paga por coleta de lixo de grandes geradores; licitações malfeitas que sempre acabam na Justiça; e, para completar, creches ficam sem alimento para as crianças. Isso mostra falta de planejamento da administração municipal. De que adianta o prefeito chegar ao trabalho às 6 horas da manhã, se não consegue planejar a cidade?
EMERSON COSTA LEMES (professor) - Londrina

Licitações
A licitação é uma iniciativa louvável que está caminhando para uma saudável convivência entre comprador e vendedor. Inclusive está contaminando também o setor privado, que há tempos já praticava tal ato. Porém, existe um fator importantíssimo a ser considerado além do preço: a qualidade. Diante do dilema em fechar um bom negócio, há um elemento e ou comissão licitante que devem estar preparados para a função. Caso contrário, irá comprar somente preço em detrimento da qualidade, trazendo prejuízos irreparáveis. Podemos generalizar isso em todas as áreas (alimentícias, medicamentos, materiais, etc.). Também tenho observado que alguns órgãos públicos já acordaram para o problema e estão qualificando no edital o produto a ser comprado. Muito boa iniciativa pode ser considerada ação de boa-fé, postura que a população usuária agradece.
YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) - Itambaracá

Multas de trânsito
Quando um agente de trânsito age de ma-fé, por equívoco ou até algum problema pessoal e multa alguém que não cometeu infração, não existe nada que possa reverter e você terá que pagar da mesma forma. Ir à Justiça fica mais caro e de nada adianta, pois o agente possui fé pública. Os recursos administrativos não passam de ''balelas'' do Detran para ganhar tempo apenas. Se não possuir influência ou cargos no Poder Judiciário e sendo cidadão comum vai ter que pagar pelo que não fez. No trânsito você é acusado, julgado e sentenciado. É assim o sistema.
EDER DEL PICCOLO SANTINI (comerciante) - Londrina

'Confraria de compadres'
Vem aí as convenções partidárias. Formarão chapas para concorrer às próximas eleições que, na verdade, será uma ''confraria de compadres'' ávidos pelo poder, ganho fácil, empreguismo, etc. Morando em Londrina há 56 anos, jamais vi tanta balbúrdia levando o nome de nossa cidade a manchetes policiais para todo o país. Lastimável! Precisamos resgatar o nome de nossa querida metrópole e sua tradição.
MOISÉS DOS SANTOS (aposentado) - Londrina

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