Indenizações vergonhosas
A Justiça julgou correta a indenização de R$ 40 mil para a ''famosa'' Geisi Arruda, aquela do caso do vestidinho vermelho curtíssimo quando foi ''hostilizada'' por alunos de uma faculdade paulista. Muito me admira essa ''justiça'' brasileira. Há seis anos tento receber indenização por danos morais e materiais por ter sido agredida e quase morta no pátio de um posto de gasolina. Além de agressão física, sofri agressão verbal e moral pois fui espancada na frente da minha filha menor de idade. E a ''justiça'' ainda está aceitando defesa e mais defesa do réu, dando a ele condições de entrar com recurso aqui e acolá. Já a outra vai receber a indenização em breve espaço de tempo. Será que terei que mostrar as pernas e os seios para conseguir um atendimento mais digno da Justiça?
MARIA REGINA MINTO REYES (encarregada administrativo) - Londrina

Foco de dengue
Há um carro abandonado na Rua Brasil que é um criadouro de doenças e de possível foco de dengue. Os vidros estão abertos e a água fica dias parada dentro do veículo. Crianças dos colégios Newton Guimarães e Maxi passam diariamente nesse local, onde também há dezenas de clínicas médicas e odontológicas, além de diversos restaurantes e lanchonetes. Alguém ainda vai adoecer por um motivo que está se tornando corriqueiro em nossa cidade: o descaso das autoridades para com a população. O carro ainda tem servido de dormitório para mendigos.
HÉLIO DE MATOS VENÂNCIO (advogado) - Londrina

Flores nos canteiros
Gostaria de parabenizar a Prefeitura de Londrina pelos lindos canteiros de flores. Espero que isso seja feito em todos os bairros também. Há muitas pessoas querendo o plantio de flores nas praças para dar um pouco mais de alegria e beleza na cidade. Espero que tenhamos dinheiro e gente para tratar dessas lindas flores, pois não é só plantar e deixar que o tempo cuide: tem que regar, podar, adubar, enfim cuidar para que não morram e que depredem o que é público. As flores embelezam a cidade, perfumam o ar e enchem os olhos de quem passa pelo lugar, mas espero que olhem para o asfalto (que está um horror), para os hospitais (que não tem médicos e leitos), para as escolas (que estão cada vez piores), enfim outras coisas também precisam de ''lindas flores''.
AMORITA CORRÊA RAPHAEL (promotora de eventos) - Londrina

Iguais, mas diferentes
Jânio Quadros, quando em campanha política, utilizou-se de uma vassoura como símbolo, com a qual pretendia limpar a sujeira impregnada em Brasília. Porém, ''forças terríveis'' o fizeram renunciar e, assim, não lhe possível realizar a tarefa. Lula também tinha os mesmos ideais, mas como nunca sabia de nada, nem das ''forças terríveis'', cumpriu os seus dois mandatos. E a vassoura? Essa é a que mais ele utilizou, não para varrer a sujeira, mas para empurrá-la debaixo do tapete.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

História do LEC
Ao pesquisar no site do Londrina Esporte Clube, observei um erro histórico. O texto diz que o Londrina passou a ser chamado de Tubarão em 1976 em função do excelente desempenho do time, associado à fúria daquele animal - e como a imprensa passou a chamar o time desta forma, o apelido pegou, e abandonou-se a figura do ''Caçula Gigante''. Não foi a imprensa que colocou o apelido de Tubarão, mas a torcida, inspirada no espetacular tubarão mecânico de Spielberg, do filme homônimo, maior sucesso de bilheteria, à época. O desempenho fantástico do time foi rapidamente associado ao desempenho do fabuloso animal (detalhe: eu estava lá e vi nascer o imortal apelido).
PAULO ANDRÉ CHENSO (médico e historiador) - Londrina

Correção
- Diferentemente do publicado na matéria ''Na boca do povo'' (Folha2, 18/03), o ator Luiz Carlos Tourinho morreu em 2008.

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