Cracolândia em praça
As autoridades do município responsáveis pela situação calamitosa dos ''doentes químicos'' precisam e devem tomar todas as medidas cabíveis contra esses elementos que estão causando terror e agredindo transeuntes nas calçadas e nas praças públicas da cidade. Na Praça XV de Novembro, no Centro, há muitos ''hospedes'' usando e abusando de uma situação vexatória para a sociedade, além de ameaça de crime ao cidadão que desobedece aos seus pedidos de dinheiro para a compra de drogas. Espero, a bem de todos nós londrinenses e de quem nos visita, que tenhamos uma cidade linda e bem cuidada, como sempre foi a vontade de seus munícipes.
ADERALDO INÁCIO RIBEIRO (contabilista) - Londrina

Buraco no Calçadão
Andando pelo Calçadão da Avenida Paraná deparei-me com um buraco isolado por cones e faixas plásticas. O problema é representativo de milhares de outros espalhados pela cidade, não apenas pelas calçadas, mas sobretudo pelas ruas de nossos bairros. Fala-se até mesmo em uma suposta ''indústria do buraco'' de Londrina, o que não é de se duvidar, pois em bairros como o Jardim Colúmbia, por exemplo, a impressão que se tem é de que passaram por lá centenas de caminhões transportando toneladas de toras de madeira tal a precariedade do asfalto.
RICARDO ALEXANDRE GARCIA (aeronauta) - Londrina

AMP e salário dos professores
Na reportagem ''Prefeituras têm dificuldades para pagar o piso dos professores'' (Política, 15/3), observa-se que a AMP fala o que é realmente de interesse dos municípios em relação ao piso dos professores, lamentavelmente também se observa que a União não é citada. Pelo que preconiza a lei, a União se compromete em fornecer recursos para os municípios que não puderem cumprir com o valor estipulado pela lei 11.738/2008. Por que a AMP não citou o trecho da referida lei? Para conseguir recurso federal, basta uma atitude: mostrar os valores aplicados na educação e pleitearem novos recursos. Uma atitude simples para as prefeituras que se alicerçam numa administração íntegra e no gerenciamento de recursos de forma ilibada. O cumprimento da lei é o primeiro passo de uma longa caminhada para se valorizar a educação deste país.
JONAS VIEIRA DA COSTA (professor de Geografia) e ANDRÉ LUIS GOULART (professor de Matemática) - Londrina

Intolerância religiosa x pena de morte
Com a confirmação da pena de morte do pastor iraniano Youssef Nadarkhani, por ter se convertido do islamismo para o cristianismo, verifica-se que muito embora existam diversos diplomas jurídicos elaborados em nível internacional, especialmente pelos Estados membros da ONU visando proteger a liberdade religiosa, a intolerância religiosa continua trazendo morte, seja através de sentenças absurdas como a de Youssef proferida pelo fundamentalismo iraniano, que não poupa esforços para assassinar seus próprios cidadãos em nome da fé (e se diz República Islâmica do Irã). E o pior: o país se prepara para a produção de armas de destruição em massa em total afronta às resoluções da ONU e em discordância com o seu próprio povo.
LUCIANO TEIXEIRA ODEBRECHT (advogado) - Londrina

Correção
- Diferentemente do informado na matéria ''Com um só botão'' (Folha Economia, 15/3), o e-mail para a aquisição dos livros ''1983: O ano dos videogames no Brasil'' e ''1984: A febre dos videogames continua'', de Marcus Vinícius Garrett Chiado, é [email protected].

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