Caso de amnésia
Presenciamos há alguns dias o incêndio no Teatro Ouro Verde. Logo após, o Estado se mobilizou para conservar outros imóveis culturais, como o Museu de Arte (antiga rodoviária), a Praça Rocha Pombo e o antigo palacete da família Celso Garcia Cid, mas infelizmente outros locais caíram no esquecimento. Podemos citar o Bosque Central onde houve o corte de árvores para dar continuidade à Rua Piauí e agora está com suas obras paradas. Um local que talvez pudesse ser um ambiente de lazer, hoje é utilizado como ponto de drogas e prostituição. Além de reconstruir o teatro, devemos pensar em melhorar o Bosque, o único pedaço de mata nativa do Centro de Londrina, e não deixar que ele seja esquecido.
ANGÉLICA MARIA ROSENDO (estudante) - Londrina

Indústria de multas
Aos que acusam de termos uma ''indústria de multas'', informo que, provavelmente, moram em alguma outra cidade que não Londrina. Testemunho diariamente um filme de terror com uma média de 20 infrações - as mais diversas -, nas vias públicas que utilizo. Muitos infratores, travestidos de cidadãos de bem, ameaçam o meu próprio bem-estar, quando não o meu patrimônio e até mesmo a minha vida. Se existe tal indústria (com o ''jeitinho'' aliviando os amigos do dono, incluído), é por que seus zelosos operários, 99% deles londrinenses, são incansáveis na labuta de seus vários turnos, inclusive, com horas extras se acumulando, sendo pagas por toda a sociedade. Fantasiar a realidade é facil, mas a verdade é cristalina e tem cura: multas são apenas um dos recursos públicos à mão na providência em refrear a imprudência e a imperícia.
CHRISTIAN STEAGALL-CONDÉ (arquiteto) - Londrina

Reforma do Ouro Verde
Concordo plenamente com as palavras da advogada Tatiana Gonçalves André (Opinião do Leitor, 4/3). Temos prioridades muito mais relevantes do que a reforma de um teatro. A área da saúde em Londrina como está? Os hospitais Zona Sul e Zona Norte são equipados com UTIs? Lamentavelmente, não. Entendo que UTIs são sinônimo de esperança de vida. Gostaria que essa fosse a bandeira da sociedade. Uma verdade não se cala, com o objetivo eleitoreiro é claro que a reforma do teatro pode proporcionar mais dividendos eleitorais do que investir nos referidos hospitais. Lamento, hoje temos luzes, holofotes, mídia e divulgação da reforma do teatro e com relação à saúde fecham-se as cortinas, apagam-se as luzes, escondem o sofrimento dos verdadeiros apenas espectadores (povo londrinense).
JONAS VIEIRA DA COSTA (professor) - Londrina

'Parceiros de Deus'
Como fã incondicional do jornalista Walmor Macarini, com quem aprendi muito durante os meus 20 anos na Redação da FOLHA, e como cristã que crê na Palavra de Deus, não poderia deixar de registrar a minha admiração pelo belo artigo
''Homem e mulher, parceiros de Deus'' (Espaço Aberto, 8/3). Creio mesmo que Deus nos fez para sermos parceiros Dele, evangelizando, fazendo boas obras e, acima de tudo, nos respeitando e amando reciprocamente. Fiquei muito feliz ao tomar meu café da manhã, lendo essa homenagem, no Dia Internacional da Mulher. ELISIÊ PEIXOTO (jornalista) - Londrina

Prêmio PAEX-PR
Com muito orgulho li a notícia sobre a conquista do Prêmio Destaque PAEX-PR (Folha Economia, 7/3) pela Folha de Londrina, em reconhecimento ao seu modelo de gestão corporativa. É um fato que engrandece ainda mais a FOLHA, principalmente por receber homenagem de instituição tão qualificada e respeitada como a Fundação Dom Cabral. Parabéns e sucesso aos diretores e colaboradores da Folha de Londrina.
ELEAZAR FERREIRA (reitor da UniFil) - Londrina

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