Acesf
Em relação à opinião do senhor Ricardo Garcia (Opinião do Leitor, 13/02) a respeito da Acesf, esclarecemos que ela foi criada em 1977, justamente para solucionar situações desagradáveis de ''disputa'' por cadáveres entre prestadoras privadas, que constrangiam familiares em um momento de extrema dor, impondo preços não tabelados, variando caso a caso, conforme o status do ''cliente''. Hoje, com tabelamento, os preços são justos e invariáveis, sendo baseados em planilhas de custos e aprovados por um Conselho Deliberativo e Fiscal, não sendo uma ''mina de ouro'', mas ao contrário, trabalhando com valores abaixo do praticado no País. Vale ressaltar que a Acesf é uma prestadora de serviços públicos, sem fins lucrativos e que, ao contrário do afirmado por vossa senhoria, a prefeitura está realizando de forma inédita, pelo segundo ano consecutivo, ''injeção'' de recursos na Acesf para a realização de importantes investimentos no serviço funerário municipal, como a construção de 10 capelas mortuárias, além da reforma de outras quatro. Esclareço ainda que não há cobrança da taxa de R$ 170,00 para o transporte de cadáveres dos hospitais do município até a sede da Acesf. Por fim, as portas estão abertas para qualquer pessoa que queira conhecer e acompanhar o trabalho desenvolvido.
LUCIANA VIÇOSO DE OLIVEIRA (superintendente da Acesf) - Londrina
Agora te entendo, Mestre
Nunca se falou tanto em Deus como nos ''templos'' de agora. Petulantes que se autodenominam ''profetas'' tentam enfiar goela abaixo e aos gritos um deus narcisista que exige ser exaltado a toda hora e que troca milagres por dízimos polpudos. A definição de Deus me chegou muito claramente quando li o artigo ''Deus é um lugar dentro de nós'', de Célia Musilli (Folha2, 12/02). Sábia e de conhecimentos múltiplos, expôs de maneira inconteste, envolvendo toda casta de religiosos ou não, o que é realmente o Deus uno. Aquele para quem de fato todos nós convergimos, pela única palavra a evidenciá-lo: ''nosso estado de espírito''. De fato a felicidade não pertence a esta ou aquela seita, mas sim a todos que se propõem a buscá-la e em buscando, encontramos Deus! Parabéns, escritora, obrigado, Folha de Londrina.
RUBENS ROMAGNOLLI (engenheiro civil) - Londrina
Ouro Verde I
Para mim foi uma grande dor quando soube da triste notícia sobre o Teatro Ouro Verde. Nos últimos seis anos, passei duas semanas de julho em Londrina durante o Festival de Música e as minhas principais atividades foram no palco deste teatro. Foi uma grande experiência e tenho muitas memórias. Parece ser uma parte da minha alma que saiu de lá. Espero que todos os meus colegas na UEL e todos os meus amigos em Londrina sejam capazes de superar o acidente e se recuperar em breve.
DAISUKE SOGA (maestro convidado principal da Tokyo New City Orchestra) - Tóquio
Ouro Verde II
Vejo tanta polêmica sobre a reconstrução do Cine Teatro Ouro Verde, o ícone da cultura londrinense. Gastar milhões nessa reforma, com dinheiro público, seria realmente algo de retorno à cidade? Privilegiar a cultura em detrimento da saúde, escolas, transporte etc... Esse diheiro canalizado em melhorias para as pessoas de baixa renda daria um retorno mais saudável à população. A iniciativa privada arcaria com esse ônus, posteriormente venderia os ingressos para suas programações. De que adianta cultura, já que os necessitados buscam primeiramente uma digna sobrevivência para somente daí em diante pensar em entretenimento cultural?
EDER DEL PICCOLO SANTINI (comerciante) - Londrina

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