OPINIÃO DO LEITOR
Orgulho de ser paranaense
Abro a Folha de Londrina do dia 8 de fevereiro e me deparo com um artigo (''Espaço Aberto'') do senhor Vilson Ribeiro de Andrade, presidente do Coritiba Foot Ball Club, querendo propagar uma campanha de amor às coisas do futebol paranaense. É o mesmo presidente que está fomentando todo tipo de indignação e autofagia contra um chamado coirmão, o Clube Atlético Paranaense, que está reformando seu moderno e belo estádio para a competição mais importante do globo, a Copa do Mundo. O Coritiba Foot Ball Club lutou com todas as forças para que a Copa do Mundo não fosse no Paraná, simplesmente porque será no estádio do seu maior e temido rival, e se nega terminantemente a alugar, numa atitude arcaica e mesquinha, o vetusto Major Antonio Couto Pereira para seu coirmão. Em todos os outros Estados que serão sede da Copa do Mundo não houve tamanha inveja, atitudes avarentas e torcida contra como aconteceu por aqui, com o pensamento diminuto de que o único a se beneficiar será o Atlético Paranaense. Mas o pior de tudo é que vem fazer todo esse discurso com um ar de pioneirismo, o que é uma tremenda mentira, visto que o Atlético Paranaense já faz isso desde 2008 com o projeto das Embaixadas Furacão, que sempre teve como premissa principal os paranaenses torcerem pelos times do Paraná.
JOSÉ DE OLIVEIRA ROCHA NETO (coordenador jurídico e embaixador Furacão)
Londrina Futebol
No mínimo estranha a postura da Polícia Militar na noite de quarta-feira, quando Londrina e Coritiba se enfrentaram pelo Campeonato Paranaense de Futebol. Ao final da partida, nenhum torcedor do Londrina pôde deixar o Estádio do Café até que todos os quase 100 torcedores do Coxa abandonassem o recinto. Parecia que éramos os visitantes. Evidente que toda violência iminente deve ser coibida, mas penalizar mais de 2 mil torcedores em benefício de outros 100 (que deveriam, estes sim, ter aguardado o esvaziamento do estádio) não me parece sensato. Não sugiro o retorno à barbárie, mas sinto falta daquela magia dos tempos de Franchello e Meneghel, do tempo em que mandante era mandante e visitante era visitante.
ROGÉRIO SILVA BERNARDI (advogado) - Londrina
Arborização
Duas grandes sibipirunas foram cortadas ontem na Rua Espírito Santo. Uma delas, aparentemente, estava condenada (convenientemente). A Sema, como sempre, se mostra muito prestativa quando o assunto é derrubar árvores. Fica então a pergunta: quando serão plantadas outras no lugar? A quantidade de árvores nas ruas de Londrina diminuiu de forma dramática nos últimos anos. A cidade que era referência em arborização hoje possui quadras inteiras sem uma única árvore. O Centro, a cada ano, fica cada vez menos verde e o pedestre, prejudicado. Enquanto as cidades mundo afora tentam de todas as formas incrementar seu verde, Londrina segue na direção oposta, infelizmente.
YURI SIMON ANDRADE (estudante) - Londrina
Trânsito
Quero compartilhar uma sugestão em relação ao semáforo na Avenida Brasília próximo da empresa Bratac. Acredito que, por se tratar de uma rodovia, o tempo de espera ali deveria ser diminuído, visto que sempre há pessoas suspeitas paradas ali atrapalhando a vida dos motoristas, pois sabe-se que fica ao lado de um local perigoso da cidade. A minha sugestão é que deveria ter semáforo apenas para cruzar a rodovia e não para adentrar nela. Quanto ao retorno, quem quisesse poderia ir até a Avenida Leste-Oeste e fazer a volta.
EMERSON GONÇALVES DE LIMA (servidor público) - Cambé





