OPINIÃO DO LEITOR
CMTU e o lixo
Há alguns anos, existiam os ''catadores'' de papel, latas etc, que passavam diariamente na rua onde moro. Com espalhafato, criaram a coleta seletiva e as ongs para operacionalizar o programa. No início até que foi bem - tinha dia e até horário para a ''colééééta''. Fogo de palha. Depois foi alternando - uma semana não tinha, outra semana também... Até que acabou! Vários telefonemas foram dados para a CMTU, que prometia: ''Vamos resolver o problema''. Há meses não existe coleta seletiva no Jardim Espanha. Por um tempo o reciclável foi guardado na garagem, até o dia em que foi descoberto um rato. Foi o fim, hoje não separo nada. Aguardo que alguém com poder decisório na CMTU tenha coragem de resolver o problema, sem meias palavras, sem ''vamos estudar o caso''... Mas com solução prática e definitiva.
JAMES BUSSMANN (aposentado) - Londrina
Caso MM
É de espantar o tratamento dado a alguns empresários detentores de diversos serviços em nossa cidade. A reportagem ''Caso MM: ex-secretário confirma reunião mas nega favorecimento'' (Política, ontem) traz a notícia de que o chefe da campanha política (que viria a ser secretário), o presidente da Codel da época e mais funcionários da CMTU compareceram a um hotel em nossa cidade para fornecer dados do lixo, do serviço de limpeza etc., a um empresário, que veio a ser o detentor destes serviços. O que chama atenção é os responsáveis por esses serviços irem ao hotel e não o empresário ir à sede da Codel. Por que será? Com a palavra o MP, que investiga estas ações em nossa cidade.
MILTON SIMÕES (comerciante e agropecuarista) - Londrina
Cuba
Com relação à opinião do senhor Helemilton Dias de Oliveira (Opinião do Leitor, 06/02), a respeito do investimento brasileiro no Porto de Cuba, as explicações dadas seriam teoricamente o que deveria ocorrer. Porém, na prática, esses empréstimos se transformam em doações porque o governo de Cuba não paga ninguém. A sua dívida é maior que seu PIB e a ditadura castrista já deu o calote em bilhões de dólares a vários países que lhe deram financiamentos. Por outro lado, não vejo nenhuma relação entre o incipiente progresso econômico do Brasil e a necessidade de termos que doar dinheiro a países como Cuba, Bolívia e Venezuela, que só nos trazem dificuldades e cujos mandatários são avessos à democracia. Continuo com o meu inconformismo porque o nosso povo ainda não está gozando da plenitude dos benefícios a que tem direito, se comparado ao exorbitante valor que pagamos em impostos.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) - Londrina
Esclarecimento
A respeito da matéria ''Após epidemia, Jacarezinho diz que dengue está sob controle'' (Norte Pioneiro, ontem), a FOLHA esclarece que a Vigilância Sanitária de Jacarezinho não registrou nenhuma morte este ano por dengue. O único caso suspeito foi descartado pelo Laboratório Central do Estado do Paraná (Lacen) e a pessoa está bem. O órgão que atua na cidade em conjunto com o poder público no combate à doença é o Comitê Municipal Intersetorial de Combate à Dengue. A foto de divulgação publicada na matéria é de Alfredo Jorge, cujo material foi fornecido pela prefeitura.
Errata
Diferentemente do publicado na matéria '''Carnaval na Praça' é opção para crianças'' (Folha2, ontem), a festa tem apoio da Vila Cultural Brasil.





