OPINIÃO DO LEITOR
Privatização
O PT, que já havia se apropriado da estabilização da economia, da responsabilidade fiscal, das metas de inflação feitas durante o governo do PSDB demoniza por conveniência até hoje as privatizações do governo FHC. Agora tenta mudar o nome das privatizações dos nossos aeroportos para concessões. O que vemos é que agora a privatização não é mais uma assombração para o PT, que não poderá mais usá-la contra seus opositores. Nada como um dia após o outro, pena que a memória do nosso povo seja curta!
TANIA TAVARES (professora) - São Paulo
Passe livre
Impressionante a falta de bom senso do poder público, dar passe livre para todos os estudantes londrinenses. Ótimo! Afinal, quem realmente necessita? Quem pagará a diferença da passagem? Nós, contribuintes? Trata-se de um projeto inconsequente. É fazer cortesia com o ''chapéu alheio''.
MOISÉS DOS SANTOS (entregador) - Londrina
Política no Brasil
Se compararmos a política com um trem tocado a lenha, os partidos seriam classificados assim: o PT é o trem, os partidos nanicos fazem o papel da lenha, o PMDB é a fumaça que a lenha faz e o PSDB é o abanador da fumaça, mas com fôlego curto, tenta ver a brasa, fica sapateando em cima da chapa com os pés queimando, mas nem consegue expulsar o fumaceiro, porque ele é espesso. Então, só está bom para quem está no restaurante desse trem chamado Brasil, aguardando a comida ficar pronta: são os profissionais da política, que sabem onde a chapa esfria e ficam numa boa, corruptos que não têm ideologia e nem pátria, só têm interesses. E o povão fica que nem cego em tiroteio, sem saber quem é quem. Assim caminha a humanidade, na espera de um milagre, ou seja, de uma reforma moral.
SEBASTIÃO CALMEZINI (comerciante) - Londrina
Trânsito
No cruzamento das ruas Arcindo Sardo e Winston Churchill, a situação é caótica, principalmente para os moradores dos bairros Coliseu, Residencial das Américas, Império do Sol e tantos outros próximos que precisam atravessar a Avenida Winston Churchill. Onde existia um semáforo, hoje não existe mais nem faixa de pedestre, a mesma foi deslocada, ficando junto a um ponto de ônibus, onde parece ser invisível aos motoristas. Por favor, peço às autoridades desta cidade que olhem para os moradores destes bairros, com o retorno das aulas o perigo fica muito maior. Um abaixo-assinado feito pelos moradores, solicitando uma passarela para pedestre, foi encaminhado ao presidente da Câmara de Vereadores. Mesmo após várias tentativas de retorno, nenhum parecer nos foi dado.
NILVA MEDEIROS KATAOKA (funcionária pública) - Londrina
A greve e a população
A greve dos vigilantes entra em sua segunda semana no Paraná - e mais uma vez a população é penalizada com a falta de dinheiro nos caixas eletrônicos. Embora a Constituição Federal assegure o direito de greve, é necessário refletir sobre as consequências sociais de uma paralisação desse tipo. Os principais prejudicados são os trabalhadores que não possuem cartões de débito ou crédito e, especialmente, os idosos e aposentados que se veem impedidos de realizar operações bancárias. Os reflexos no comércio e na prestação de serviços já se fazem sentir nas cidades da região. Sem entrar no mérito da legalidade da greve, cabe perguntar: até quando a comunidade será refém de movimentos sindicais que pouco se importam com os malefícios causados à maioria?
NIVALDO BENVENHO, presidente da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), LOURDES MANFRE MAÇOLLA, presidente da Associação Comercial e Industrial de Cambé (Acic) e VANDER CASAGRANDE, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Ibiporã (Aceibi)





