A metrópole chamada Londrina
Aos poucos o prefeito Barbosa Neto está encontrando o caminho de uma administração coerente com a natureza da cidade. Londrina é uma metrópole com algumas características diferentes. Não é só fazer as coisas corretas, mas também convencer as pessoas que são um tanto exigentes. Londrina acomoda muitos filósofos de sofá que fazem crítica só por fazer e até fazem questão de não dar certo. Isto é típico de Londrina, mas é um povo que sabe também entender quando as coisas vão bem e o que está acontecendo. As dificuldades de até agora se deram nas escolhas dos secretários que não foram tão acertados, mas aos poucos o prefeito vai encontrando o jeitinho de nossa metrópole. Coragem nunca lhe faltou e isto foi determinante. Agora é só aparar as arestas que o resultado aparece. A cidade e seu povo sabem compreender o esforço e entender as intenções.
SEBASTIÃO CALMEZINI (comerciante) - Londrina




Funai condenada
Sobre a matéria ''Funai terá que indenizar mulher apedrejada'' (Geral, 10/12), isso é o fim da picada. Qual a responsabilidade da Funai nesse caso? A Funai patrocinava a farra dos índios ou foi indevidamente invadida? Está na hora de acabar com esse protecionismo exacerbado. Hoje índio tem TV, celular, laptop, tem camioneta Hylux, tem terra para arrendar (índio odeia trabalhar) e se estava protestando era para obter mais vantagens. Não existe índio ''incivilizado''. O índio que praticou esse crime tinha é que ir para a cadeia e os responsáveis pela manifestação é quem deveriam indenizar os danos.
SEBASTIÃO BUENO DOS SANTOS (advogado) - Londrina




Osuel
O concerto de encerramento da temporada 2011 da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina (Osuel) teve um toque mágico e especial. Começou pelo anúncio feito pela reitora Nádina Moreno sobre a contratação do maestro italiano Maurizio Colasanti por um período de 3 anos e a posse da competente musicista Magali Kléber como nova diretora da Casa de Cultura da UEL. O concerto apresentou obras conhecidas dos eruditos Strauss e Tchaikovsky, a estreia de Vítor Gorni e arranjos orquestrais para nossos maiores populares. Colasanti representa aquilo que a Osuel merece,após tantas parcerias bem-sucedidas, mas ocasionais. É um músico de excelente trajetória, com trânsito internacional e que se mostra muito natural com sua batuta. Que os novos anúncios sejam a perspectiva de uma primavera cultural em nossa cidade.
ALDO MORAES (músico) - Londrina



Inversão da Justiça
A legislação vigente, Código Penal de 1940 e Código de Processo Penal de 1941, não obstante as recentes modificações, aliada ao cipoal de normas extravagantes não dão ao Poder Judiciário instrumentos eficazes para fazer com que o criminoso de ''colarinho branco'' seja condenado no rigor da lei. As lições hauridas da vivência nos mostram que a cadeia não reeduca ninguém, diametralmente oposto na prática, o detento sai da prisão pós-graduado em criminalidade. Por outro lado, é inegável que não há ricos nas cadeias. Eles simplesmente não são alcançados pela legislação. Há no País inteiro milhares de presos pelo chamado crime hediondo por transportar consigo meras substâncias entorpecentes. Quem é mais nocivo à sociedade, estes ou aqueles em cargos públicos roubam ''aos montes'' o dinheiro público? Os corruptos têm contribuído para menos escolas, menos creches, menos saúde, menos segurança para todos e inviabilizando uma legião de benfeitorias que resulta no desemprego em massa da população. Talvez um dia seja criado uma tipificação de crime hediondo para quem usurpar dinheiro público.
ANTONIO FRANCISCO DA SILVA (advogado) - Ibiporã

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