Coleta seletiva
Sempre busco trabalhar com meus alunos a consciência ecológica ensinando-os a não poluir o meio ambiente e a contribuir com ações que visem à manutenção sustentável de nosso planeta. Incentivo a separação do lixo reciclável, pois com esta simples medida o montante de lixo produzido diminui consideravelmente e as agressões à natureza são minimizadas, tendo em vista o tempo para a decomposição do lixo orgânico e reciclável. Vejo-me obrigada, no entanto, a agir de forma contrária ao que acredito e ensino. Há algumas semanas meu lixo reciclável não é recolhido e não deixam o saco de lixo para que eu junte os recicláveis. Por outro lado, vejo que meus vizinhos continuam sendo atendidos pelo serviço de coleta seletiva. Será que podemos considerar que a coleta seletiva é por selecionar, de acordo com algum critério, as residências que serão atendidas pelo serviço? Além de não recolherem o meu lixo reciclável, ainda deixaram em minha lixeira um saco com um lixo que não era meu. RELLENA RUAS TEIXEIRA (professora) - Londrina

O que diria Lutzenberger?
No último dia 17, em Brasília (DF), o prefeito Barbosa Neto foi agraciado com o prêmio de ''Prefeito de cidade mais sustentável do Brasil'' pelas ações realizadas desde a criação da Guarda Municipal, implantação da Educação em tempo integral, ProJovem, programa ''Modernizando a gestão pública'', entre outras ações pioneiras. José Lutzenberger, pioneiro no ambientalismo brasileiro, defendia o contexto de um desenvolvimento sustentável. O assunto no Brasil é relativamente novo (menos de 40 anos). Há crescente conscientização de que necessitamos viver em harmonia com o planeta, na prática isto não ocorre. Atentos ao grande problema em que vivemos, separamos o lixo passível de reciclagem e não há estrutura no município para atender esta necessidade básica.
ANDERSON DARIO PINTO DA SILVA (contador) - Londrina

Câmara de Maringá: mau exemplo
Com relação à matéria ''Vereadores de Maringá dobram salário'' (Política, 20/11), com certeza, esses parlamentares não sabem o que é ter que conviver com um salário mínimo por mês? Não sabem quais as necessidades de um pai e uma mãe com um, dois, três ou mais filhos para alimentar, dar moradia, calçar, vestir, locomover-se, pagar condomínio, pagar energia, etc. Como atender a todas estas necessidades com apenas um salário mínimo? Vamos fazer um desafio: qual político aceitaria passar um mês com apenas um salário mínimo? Será que os vereadores de Maringá se recordam de quem os colocou no cargo? Também foram os assalariados, inclusive, quem ganha um salário mínimo. Imaginem a decepção, a frustração de quem os elegeu e agora têm que se conformar com um minguado salário e um reajuste anual que dificilmente passa de cerca de 5% ao ano? E ainda assistir de camarote os vereadores reajustando seus próprios salários em quase 100%, sem ao menos fazerem uma consulta prévia à população.
MARIA DO CÉU MARTINS LOPES (administradora) - Londrina

Centro de Zoonoses
Concordo com a leitora Ivete de Oliveira (Opinião do Leiror, 24/11). A atual administração prometeu construir o Centro de Zoonoses e, até agora, parece-nos que a amnésia atacou a todos. A prefeitura, por obrigação, deveria exigir por meios que lhe oferece o Direito, a devolução do dinheiro desviado da Saúde pública da nossa cidade. Com esse dinheiro, se o prefeito se interessar pelo assunto, poderá construir o Centro de Zoonoses e ainda destinar boa verba para a Saúde. Como londrinense de coração e pioneiro da cidade, onde sempre pago impostos e dei empregos, jamais vou me calar a respeito dessa vergonha que é o desvio do dinheiro da Saúde.
ANTONIO MASSARO (contabilista) - Londrina

Correções
- Diferentemente do publicado na reportagem ''Picadeiro da esperança'' (Folha Cidades, 25/11), a 9 edição do Prêmio Itaú-Unicef contou com 2.921 projetos inscritos, e o mote deste ano foi ''Educação integral: experiências que transformam''.

- Ao contrário do que informa a matéria ''Secretário anuncia afastamento'' (Política, 25/11), o secretário do Meio Ambiente de Londrina, José Novaes Faraco, foi autuado pela sétima vez pelo Instituto Ambiental do Paraná.

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