Animais de rua ou abandonados?
Vejo a luta inglória do SOS Animal e de alguns cidadãos que abraçam a causa em defesa dos animais abandonados, ou como dizem de rua. Meu objetivo é nortear o olhar, pois, o problema não são os animais de rua, e sim os que estão dentro dos quintais. Por ignorância ou irresponsabilidade de seus donos que deixam criar à vontade e depois saem distribuindo os filhotes como se fossem um objeto qualquer, ou levam a um pet shop que repete a ação, sem o mínimo de critério, tal como seus guardiões. Espero que essas práticas perversas sejam coibidas com rigor, após a promulgação do Código de Postura do Município e que a Prefeitura de Londrina cumpra com o seu papel de defender os animais de mãos tão cruéis.
IVETE DE OLIVEIRA (professora) - Londrina

Vazamento de petróleo
O vazamento de petróleo na bacia de Campos é fruto da incompetência da fiscalização inexistente do governo federal. Ao contrário do que aconteceu no Golfo do México, aqui a Chevron está pouco se lixando. Sabe que sairá impune. As empresas estrangeiras desrespeitam as nossas leis ainda fazem pouco caso, sabem que o mar de lama em Brasília é uma mancha ainda maior. Ultrapassou o limite de perfuração permitido, tentou atingir a camada do pré-sal sem autorização e não executou o plano de emergência. Devem pôr a culpa no guarda da plataforma.
MÁRIO FUZETO (técnico contábil) - Itambaracá

O exemplo de Jeferson
Sobre a matéria ''Orgulho paranaense'' (Folha Esporte, 23/11), a Unidefi felicita o atleta Jeferson Amaro pela conquista de 3 medalhas no Parapan realizado no México. Acompanhemos a dura batalha do atleta para conseguir o índice olímpico, mas com seu esforço e de poucos colaboradores ele conseguiu seus objetivos, a exemplo de outros atletas que nos encheram de orgulho e fizeram que a nossa autoestima melhorasse. Parabéns e rumo a Londres 2012.
AMINADABE MARTINS DE OLIVEIRA (presidente da União das Pessoas com Deficiência) - Cambé

Coleta seletiva em Ibiporã
Em relação ao questionamento do leitor Paulo Sergio Licursi Vieira (Opinião do Leitor, 19/11), a Prefeitura e Ibiporã esclarece que o município não gastava somente R$ 58.500,00 por mês com a coleta de lixo anterior, como afirmou o leitor. Em valores atualizados, gastava R$ 68.070,60 com a coleta do lixo úmido, mais R$ 19.066,68 com a coleta do reciclável (pelo Samae), mais R$ 23.105,57 com a separação do reciclável (Prefeitura), mais R$ 42.053,20 com a operacionalização do ''lixão'', como estava o aterro na época. O valor total era R$ 152.296,05. O valor pago hoje pelo Samae à empresa contratada para o serviço é de R$ 180.236,57, havendo, portanto, uma diferença de R$ 27.940,52, o que representa apenas 15,5% a mais do que era gasto até 2008. Com esse valor atual, a empresa contratada faz todos os serviços que já eram executados anteriormente - coleta do lixo úmido (que vinha todo misturado) e coleta e separação do reciclável. E o Samae inovou criando o Novo Sistema de Separação de Resíduos, implantado em novembro de 2009, que teve grande adesão da comunidade e repercussão nacional, devido ao pioneirismo da iniciativa. Já o material que está sendo transportado até Londrina vai para o aterro particular dessa empresa e é apenas o reciclável e o material orgânico que é transformado em adubo. O lixo que não se aproveita (rejeito) é todo depositado na vala de Ibiporã.

NÚCLEO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA PREFEITURA DE IBIPORÃ

mockup