Movéis para a AL
Causou-me indignação nota no ''Informe Folha'' (Política, 17/11) informando que o presidente da Assembleia Legislativa, Valdir Rossoni, estaria licitando compra de móveis para a Casa, podendo para tanto gastar até R$ 3 milhões na troca de apenas 20% das peças. Fazendo as contas, isso significa que a mobília toda da AL estaria avaliada em R$ 15 milhões, que distribuídos entre o plenário e os gabinetes de 54 deputados corresponderia aproximadamente a R$ 280 mil para cada um, só em objetos. Andaram cortando cargos comissionados, aposentadorias irregulares, demitindo funcionários fantasmas e agora vem com essa de aumentar gastos com aluguel de uma aeronave e com a compra de móveis! Alguém poderia explicar?
JORGE MORIYO KUMAGAI (bancário) - Londrina

Piso tátil
O assessor especial da Pessoa com Deficiência de Londrina, José Giuliangeli de Castro (Opinião do Leitor, 14/11) afirmou que acessibilidade das calçadas, empresas, órgãos e logradouros públicos fazem parte integrante do Código de Posturas aceito pelo Plano Diretor do Município, elaborado pelo IPPUL e ainda com participação popular (?). Isto é muito pouco, em relação ao piso tátil, se considerarmos o resultado zero obtido pelo que já foi assentado, pois o importante é o seu uso pelo não vidente. O problema é demasiado complexo para ser resolvido por uma lei ou de forma burocrática. Exige um estudo minucioso. A solução para cidades planas pode não servir para Londrina. Na Rua XV, de Curitiba, onde foram enfileiradas ao longo dos quarteirões, duas lajotas de 30 x 30 cm separadas por uma valeta de 3 cm de largura e 2 de profundidade, na qual os deficientes colocam a ponta da bengala e andam rápido e com segurança é um bom exemplo.
CARLOS ROBERTO MIRANDA (administrador) - Londrina

E o dinheiro do IPVA?
Com relação à tentativa da Prefeitura de Londrina de vender terrenos públicos para poder recuperar a malha viária da cidade, pergunto: onde está o dinheiro do IPVA que é repassado pelo Estado ao município? Por que antes os recursos desse tributo davam para fazer este de obra? Não é só a malha viária que está abandonada, nossas praças públicas também carecem de melhorias.
MILTON SIMÕES (agropecuarista) - Londrina

Dom Orlando
Gostaria de parabenizar o arcebispo de Londrina, Dom Orlando Brandes, pelo artigo ''Jesus, rei do Universo'' (Espaço Aberto, 19/11). Um texto riquíssimo teologicamente, despertando nas pessoas a necessidade em ter em Jesus a centralidade da fé cristã. Pois Ele realmente é o alfa e o ômega. O Filho do Deus criador. Porém, todo este conteúdo teológico apresentado no texto não é o que vemos nas igrejas. Teologicamente está tudo bem, mas na prática o que vemos é bem diferente. Gostaria de sugerir um versículo: ''Porque há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus'' (1º Timóteo 2:5). Ele é o rei do universo todos os dias.
ILMO SCHIAVONI (estudante de Teologia) - Londrina

Mais um para passar fome
''Crescei e multiplicai'' é um preceito bíblico. Todavia, os seres humanos só pensam em se multiplicar, sem pensar nas consequências do que será a Terra com 7 bilhões de habitantes, a maioria vivendo à margem da sociedade. Onde arrumar alimento, água, roupa, escola, saúde, saneamento básico, moradia, além de outros direitos que tem o ser humano? O que pensa um casal quando coloca uma nova vida neste mundo? Os recursos naturais já se esgotaram para tanta gente, o mundo chegou ao limite da exploração e as riquezas naturais a cada dia diminuem. Como pensar um mundo melhor com tanta falta de planejamento?
MANOEL JOSÉ RODRIGUES (assistente administrativo) - Alvorada do Sul

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