OPINIÃO DO LEITOR
Polêmica no Bosque
Passo frequentemente pelo Bosque e considero uma tremenda hipocrisia dizer que vamos perder ''um lindo refúgio natural''. O Bosque já foi até Terminal Urbano e sua fama nunca foi das melhores: prostituição, roubo e muita droga. Nos últimos dias, a jogatina era a grande atração. Algumas pessoas, aparentemente pais de família, jogavam cartas desde às 9 da manhã e usavam álcool. Já vi várias discussões e empurrões por apostas em dinheiro. Os pombos com seu ''maravilhoso'' odor e poder de infectar uma população inteira já foram pauta de várias reuniões na Câmara e nada foi feito para solucionar o problema. A Prefeitura está revitalizando a área (instalou parque para as crianças, reformou a quadra de esportes, colocou tênis de mesa e academia ao ar livre). Já da para ver a diferença de longe. Essas árvores cortadas, com certeza, serão repostas em outro lugar. O Bosque deixará de ser tachado como um antro e voltará a ter vida e a ser útil a toda população, principalmente, para os idosos e crianças que vivem no Centro.
GISELE GUARIZE (operadora de telemarketing) - Londrina
Lei da Muralha
Gostaria que o sr. prefeito e os vereadores de Londrina, que são a favor da Lei da Muralha, justificassem: por que supermercados, magazines, lojas de móveis e até lojas de materiais de construção mantêm lojas e ganham dinheiro aqui e instalam seus depósitos e centrais de distribuição em Ibiporã e Cambé? Considerando que esses empresários fazem tanta questão em dar emprego e pagar impostos em Ibiporã e Cambé não deveriam levar suas lojas para aquelas cidades e deixar que outros empresários que queiram investir em Londrina pudessem trabalhar em paz? Com a palavra os defensores da lei.
HARI NARCISO KLEIN (aposentado) - Londrina
Vidas por jalecos
Camisa social, paletó e gravata, esse é o uniforme dos deputados. Imagine você pagando para que o uniforme seja esse! Dias atrás, circulou na mídia que uma nova lei seria apresentada ao Congresso. Os políticos de Brasília querem receber um ''dinheirinho'' para que possam comprar seus ternos de trabalho. E adivinhem só de onde viria esse dinheiro? Pois é, dos nossos bolsos. Novas promessas também têm sido feitas para a utilização desse dinheiro que seria a melhora do atendimento médico no país, mas ações são difíceis de ver em hospitais públicos. O que é fácil ver são acamados nos corredores dos hospitais, pessoas morrendo nas UTIs por falta de recursos, falha no atendimento médico e a ira dos pacientes que esperam horas para serem atendidos. Tudo isso trocado por camisa social, paletó e gravata de políticos? Que sirvam de exemplo os trabalhadores do campo que, com suas roupas tão simples e às vezes até descalços, plantam e colhem o pão nosso de cada dia.
JESSICA HISNAUER (estudante) - Londrina
Correções
- Diferentemente do publicado na reportagem ''Nove mil disputam 2 fase na UEL'' (Cidades, 16/11), a instituição esclarece que a partir deste ano a prova de Redação não trabalhará nem com tipos textuais (narração, descrição, dissertação etc.) nem com gêneros (carta, editorial, notícia, reportagem, crônica, etc.). A prova será composta de propostas que solicitem para avaliar habilidades com os textos apresentados, como a de resumir, criticar, refletir, finalizar, comparar, etc.
- Ao contrário do que informou a nota ''Motorista convocado'' (Informe Folha, 17/11), o nome do aposentado envolvido no acidente de trânsito com o prefeito Barbosa Neto é Nilton Silva.





