Nobre exemplo
Ao fazer, na manhã de sábado, a caminhada matinal nas imediações da Funcart, observei o plantio de centenas de mudas de árvores às margens do Lago Igapó. Perplexo continuei andando, até que cruzei com o casal que estava aguando-as. Perguntei-lhes se a iniciativa teria sido da Prefeitura de Londrina. Fiquei espantado ao saber que a ''obra'' é de um benfeitor que já plantou milhares de espécimes pela cidade. Parabéns e aplausos. A cidade e o planeta Terra agradecem. Doravante, vamos cuidar para que arvoredos cresçam com vigor.
JORGE MORIYO KUMAGAI (bancário) - Londrina

Enchentes e os lagos Igapó
Queria entender por que a Prefeitura de Londrina solicitou R$ 3,6 milhões para o desassoreamento do Lago Igapó 1, como medida emergencial, quando na verdade não existe qualquer relação entre o suposto assoreamento do lago e os alagamentos provocados pelo excesso de chuvas? Quero ver o especialista que vai explicar tecnicamente para a sociedade esclarecida essa relação. Os lagos Igapó, Norte e Cabrinha são represas de fio d'água. O Lago Igapó 1 tem 7 metros de profundidade próximo à barragem, e 2 metros próximo ao Iate Clube - o seu porto mais raso. A Prefeitura pediu dinheiro para o que não precisava, e deixou de solicitar recursos para questões emergenciais que têm uma relação direta com as enchentes e alagamentos, como a limpeza de bueiros (milhares entupidos ou quebrados), canais, rios, bacias de retenção, aumento da permeabilidade e a elaboração urgente do plano diretor de drenagem urbana para fundamentar qualquer atitude tecnicamente, dentre outras.
JOÃO BATISTA MOREIRA SOUZA (ambientalista) - Londrina

Cabines telefônicas
Ao passar pela sede da Sercomtel, no Bairro Cervejaria, notei que havia umas dez cabines telefônicas vermelhas de estilo inglês ao relento. Gostaria de saber por que não as instalaram ainda e as deixaram estragando no tempo? Qual será o destino delas? É uma pena pois são muito bonitas e caras para que isso aconteça. Aguardo uma resposta.
AMORITA CORRÊA RAPHAEL (coordenadora de eventos) - Londrina

Vandalismo em escolas
Sobre a matéria ''Escola é alvo de vandadalismo pela 3 vez neste ano'' (Folha Cidades, 1/11), houve um tempo em que as escolas eram consideradas um ''templo do saber''. Os professores eram chamados de mestres e os alunos, em respeito, levantavam-se à sua entrada. E hoje? O que vemos? Por que chegamos a essa situação? A escola deixou de ser centro de formação para ser centro de educação de berço, pois os pais não têm tempo. Deixamos de ser professores para sermos ''tios(as)'', o que era passível de punição exemplar e rigorosa, hoje é analisado como transtorno de deficit atenção e hiperatividade. Por que não podemos demonstrar com ações efetivas que a toda a ação cabe uma reação? É hora de revermos certas leis e exigirmos respeito e punição, não medidas socioeducativas que não servem para nada.
NILTON ROBERTO CREMASCO (professor) - Uraí

Cargos comissionados
Parabéns aos ministros do STF pela lucidez, sabedoria e senso de Justiça ao impor um limitador para essa pouca vergonha dos cargos comissionados nos órgãos públicos. Que se estenda tal decisão aos demais Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) e que o respeito aos funcionários efetivos seja uma constante, e que todas as câmaras e prefeituras do Paraná sejam fiscalizadas.
SÉRGIO ANDREKOWICZ (professor) - União da Vitória

Correção
- Diferentemente do publicado na matéria ''O adeus ao mestre da gaita'' (Folha2, 5/11), a cidade de Sinop fica no Mato Grosso.

mockup