Opinião do Leitor
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 23 de julho de 2019
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Freios e contrapesos
O candidato que pretenda ocupar o cargo de Embaixador do Brasil deve, via de regra, ser graduado em qualquer curso reconhecido pelo MEC. A carreira se inicia mediante concurso público para ingresso no Instituto Rio Branco. Ao concluir o curso de preparação, deve possuir robustos conhecimentos nas áreas de Cerimonial, de História, de Geografia, de Economia, de Direito Internacional, de Geopolítica, de Relações Internacionais e ter proficiência linguística em ao menos quatro idiomas. Considerando que o deputado federal Eduardo Bolsonaro, na condição de escrivão da Polícia Federal licenciado, presumivelmente, não reúne as características e as expertises necessárias para assumir o cargo de embaixador do Brasil em Washington. Resta ao Senado referendar ou rejeitar a nomeação presidencial. Esse mecanismo de controle tem por função manter a independência e a harmonia dos poderes da República, onde atos de nepotismo, notadamente, não são aceitáveis no regime democrático de direito.
RICARDO LAFFRANCHI (advogado) - Londrina
Bons exemplos
Fiquei sabendo pelos jornais que pretendem retirar a ciclovia da avenida Ayrton Senna e acrescentar mais uma pista para os veículos, mas isso só vai transferir o problema para a chegada da rotatória.
A solução para os gargalos tanto dos cruzamentos da Ayrton Senna com a Madre Leônia e Leste-Oeste com Rio Branco passa por uma via em nível e a outra mergulhar, passando por baixo. O sistema viário de Brasília é exemplar, onde as avenidas não se cruzam em nível, sendo mais racional, econômico e eficaz, porque escavar é mais barato do que aterrar e lá preservam o horizonte descartando obras elevadas. É preciso parar de reinventar a roda e se espelhar nas soluções das cidades de porte médio evitando repetição de erros. Os técnicos precisam visitar as grandes cidades e conhecer as soluções que estão adotando para resolver os problemas dessas cidades.
VÍRGILIO MOREIRA (engenehiro civil) – Londrina


