Justiça tardia é falha
É com enorme frustração, indignação e repúdio que os londrinenses honestos recebem a notícia da fictícia, precária e inverossímil condenação do ex-prefeito Antônio Belinati e mais 11 cúmplices, ainda em primeira instância, do primeiro processo de uma gama de 90 inquéritos abertos para investigação do caso Ama/Comurb, há absurdos 20 anos. É risível ouvir da defesa a reclamação sobre a demora do julgamento da ação. Para demonstrar todo o nosso inconformismo, ao ler a notícia, deveríamos nos vestir de luto e colocar nariz de palhaço.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) - Londrina

Londrina com as portas abertas
Infelizmente as portas abertas da nossa cidade não são para empresas, e sim, para receber pessoas exportadas por inúmeras cidades por não contribuírem com os valores que são esperados do ser humano. Essas pessoas fogem do trabalho e da dignidade assim como o diabo foge da cruz. A prefeitura por meio da secretaria de assistência social que tem como um dos seus principais objetivos administrar essa situação nada tem feito para minimizar os incômodos e as insatisfações que o Londrinense tem que suportar. Entretanto as esmolas concedidas estimulam a continuidade delas em nossa cidade, além de motivar a vinda de outras. Vamos dar um basta nas esmolas.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina


Caça de baleia
O primeiro ministro Shinzo Abe do Japão libera a caça de baleia. Esse assunto incomoda a todos, inclusive a maioria dos japoneses. Na verdade, a retomada da caça de baleia é uma decisão puramente política. Shinzo Abe (PLD) estaria preocupado com a ascensão da popularidade da governadora de Tóquio, Yurike Koike, que é sua principal adversária política e, também, do Partido Liberal Democrático. Sabem-se que, Yurilo Koike é uma mulher ecológica muito parecida com Marina da Silva. Além do mais, com as Olimpíadas de Tóquio em 2020, a popularidade dela pode sacramentar. O Ministro Abe sente esse efeito, e granjearia a simpatia com os pescadores liberando a caça de baleia para equilibrar a situação política. Os pescadores representariam de 6% a 10% dos eleitores; são grupos sociais fechados, e subsistem milhares de anos no arquipélago nipônico. Eles não gostam de estudar e só fazem o ensino obrigatório. Tal é a reprodução da história contada por meu colega japonês da fábrica.
OSAMU ARAZAWA (contador) - Londrina

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