OPINIÃO DO LEITOR
PUBLICAÇÃO
sábado, 12 de janeiro de 2019
O que é o homem?
Será o homem um simples ser material? Ou será uma existência indestrutível e imortal? Como deve ser ou pensar do homem na atualidade? onde a vida mostra que deve correr atrás das coisas materiais, onde o tempo e o espaço é sempre menor do que a necessidade. Porque o homem se entrega tão facilmente ao poder, e se perde igualmente diante das ofertas materiais, será o homem realmente dono do seu destino ou meramente uma peça fazendo parte dessa máquina frenética de alta velocidade que é o projeto do viver. Será que o homem que se dedica a esse pequeno tempo que tem de vida material, faz isso com certeza do que está fazendo? É necessário que o homem se perceba como uma peça importante desse mundo que vive, não devendo passar em branco nessa oportunidade que tem que viver. Pois cada um de nós fazemos parte desse projeto divino, somos sim peças individuais, mas que formam o todo dessa máquina chamada vida. A ilusão é apenas acessório que encobre os valores morais e eternos da realidade, pensem nisso.
SEBASTIÃO CALMEZINI (comerciante) - Londrina
Espaço aberto
Nada de novo no texto da advogada e professora da UEL Luciana do Carmo Neves intitulado "A discussão não se reduz a cores" (Espaço Aberto/11-01). Assim, para entender o momento, indico o texto de Glenio Fonseca Paranaguá (está completo no Facebook do autor) abordando "o velho Ninrodismo de sempre". Em seu texto Glenio diz: "esta turma não pensa em outra coisa, senão em demolir a ordem judaico-cristã e se colocar no trono da governabilidade, como a elite do 'bem social', embora corrupta e despótica. Assim, neste levante estão as raízes do velho Ninrodismo de sempre, que busca sua ordem pela promoção da desordem, e, como dizia Winston Churchill sobre este braço do anarquismo social: 'o socialismo é a filosofia do fracasso, a crença na ignorância, a pregação da inveja. Seu defeito inerente é a distribuição igualitária da miséria'."...miséria moral, mazela social e falência espiritual.
ALEXANDRE MODESTO CORDEIRO (engenheiro civil) - Londrina
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