OPINIÃO DO LEITOR
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
Eleições
Ilegalidades são aceitas se forem feitas pelo candidato escolhido e inadmissíveis se praticadas pelo outro. O radicalismo, nesta eleição, reina tanto entre os da esquerda quanto entre os da direita. Antes, político eleito demitia funcionário público que houvesse feito campanha para adversário. Hoje, é difícil mandar embora os que não trabalham e até os corruptos. Direitos civis eram usurpados, pessoas eram presas e torturadas com facilidade. Radicalizamos e aprovamos leis para dificultar tais atos. Hoje, os bandidos deitam e rolam. São presos num dia e soltos no outro. A dificuldade é imensa para punir criminosos do colarinho branco. Caro eleitor, quem rouba, desvia ou se apropria do que não lhe pertence, seja por qual motivo for, não tem qualidade alguma que mereça o seu voto. O desonesto só não é mais por falta de oportunidade.
ILDO YUKIO MARUBAYASHI (agricultor) - Londrina
Igreja
Parabenizo a Folha de Londrina por noticiar manifestação importantíssima da Igreja Católica com a matéria "Em carta a católicos, papa Francisco condena crimes sexuais na Igreja" (Mundo, 21/08). Cresci em uma igreja católica e ouvi, de várias formas, histórias e comentários sobre casos de abusos envolvendo padres, clérigos e pessoas ligadas de forma íntima à Igreja. Depois de um longo silêncio, é mais que bem-vinda essa declaração da Igreja. No entanto, devemos esperar atitudes! É preciso não apenas trazer à tona os casos e julgar os envolvidos, mas também desligar da instituição religiosa os responsáveis por tais barbaridades, demonstrando assim a abominação da Igreja em relação a esses casos.
LAILLA MILLENA ABDALLAH (estudante) - Cornélio Procópio
Pedágio
Conforme publicado no Informe Folha (Política, 14/08), os deputados estaduais aprovaram projeto de lei que libera os pedágios paranaenses sempre que a espera nas filas for superior a dez minutos ou a fila ultrapassar 300 metros. De autoria de Nereu Moura (MDB), passou por votação simbólica após aprovação em primeiro, segundo e terceiro turno, dependendo apenas da sanção ou veto da governadora Cida Borghetti (PP). Mesmo em ano eleitoral, alguém acreditaria em tal milagre?
SÉRGIO CARLOS JEKEMEM DAMAZIO (administrador financeiro) - Bandeirantes
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