Supremo Tribunal Federal

É notório que dos três poderes mencionados na Constituição, o que mais passa credibilidade e solidez é o Poder Judiciário. O grande problema é que,ao mesmo tempo, quem mancha o belo e precioso trabalho é a alta cúpula do mesmo: o STF.
Nota-se a falta de transparência e respeito de alguns dos 11 ministros diante das questões, julgamentos e debates que são trazidos em plenário para a devida resolução e decisão. Pelo menos quatro ou cinco deles deixam claramente expostos que se tornaram verdadeiras marionetes manipuladas por siglas partidárias ou nomes políticos com grande força e que os apadrinharam para a entrada na Corte Suprema. Assim, passaram a usar a Constituição Federal e as demais leis como segundo plano, sendo a prioridade agradar e favorecer seus pares. Por favor, deixem a toga e essa cadeira, pois o povo brasileiro não merece tanta palhaçada.

DOUGLAS H. REGINATO (assistente financeiro) – Andirá


Confiança no Judiciário

Primeiramente, é necessário separar justiça de Judiciário. Justiça é algo que desejamos e quase nunca obtemos. Judiciário são as pessoas nomeadas para exercer o cumprimento das leis. Essa nomeação nem sempre é por capacidade ou idoneidade. Muitas vezes é por escolha pessoal de governantes, quase sempre visando sua proteção contra possíveis ações futuras. Ao longo dos anos, formaram-se no Brasil cortes judiciais nas quais alguns membros trabalham em favor de pessoas ou partidos políticos que os indicaram. Assim se formam cortes diretamente subordinadas aos presidentes. Caso típico é o da Venezuela.
No Brasil, felizmente, há uma plêiade de bons juízes que lutam para manter o judiciário isento de favorecimento aos seus nomeantes. Entretanto, há juízes que trabalham para favorecer grupos ideológicos perniciosos à nação. É esse grupo que faz com que a população perca a confiança no Judiciário. Se elegermos dirigentes honestos, eles irão escolher gente honesta para o Judiciário, do contrário, nunca vamos ter justiça.

THEOPHILO PARANAENSE COUTINHO GOMES (engenheiro civil) – Londrina

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