Decisões desiguais
Atualmente há um divisor de águas no Poder Judiciário em se tratando de decisões proferidas em sede de Primeiro Grau e nos Tribunais Superiores, notadamente com referência ao STF. Está havendo adoção de diferentes soluções para hipóteses fáticas idênticas. É inacreditável o sistema de tratamento dos reclusos amontoados nos cubículos das cadeias e presídios numa total ociosidade e condições lancinantes, enquanto a mídia mostra os privilégios daqueles que se encontram presos por surrupiarem e causarem debilitação ao erário, causando a desesperança de vida melhor na população em geral. Há um tratamento opressivo e brutal de consequência devastadora para os reclusos comuns e, diametralmente oposto, um tratamento diferenciado para os reclusos cognominados de "colarinho branco". Prova disso é o episódio ocorrido no domingo (8) envolvendo o ex-presidente Lula numa frustada tentativa de soltura.

ANTONIO FRANCISCO DA SILVA (advogado) – Ibiporã

Decadência do futebol
Em 1958, quando fomos campeões mundiais, a música alusiva a conquista do título dizia: "A taça do mundo é nossa, com brasileiros, não há quem possa...". Tudo mudou. Somos inferiores aos europeus, tanto é que a decisão da copa de 2018 ficou para eles. O que mudou? As regras são as mesmas, fundamentos do futebol também. Por que pioramos? Campeonatos, torneios infanto/juvenil, amadores, que cada região da cidade tenha um time. Precisamos resgatar o espírito esportivo na cidade, município, estado, País. Temos hoje escolinhas pagas, atletas em formação vendidos ao exterior, decisões de campeonatos pelo apito (amigo) dos árbitros, Seleção mal convocada devido a politicagem da CBF, atletas milionários fingindo representar o País. Enfim, tudo errado. Daí o fracasso. Temos que melhorar.

MOISÉS DOS SANTOS (entregador de gás) – Londrina

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