Campanhas filantrópicas
Todos os anos vejo entidades de Londrina realizando campanhas para arrecadar agasalhos, roupas e cobertores para distribuição aos mais necessitados. Pelos dados publicados, atendem cerca de 120 mil pessoas a cada ano. Se fossem pessoas diferentes, em cinco anos teriam atendido toda a população da cidade. Como não é isto que ocorre, entende-se que são as mesmas pessoas que, ano após ano, recebem as doações. Nesta realidade, entendo que, juntamente com os agasalhos doados, é necessário que se entregue um folheto com orientações de como utilizar e preservar o que estão recebendo, pois não vejo como casacos e cobertores podem tornar-se imprestáveis de um ano para outro. Tenho em meu poder edredons e casacos que comprei 20 anos atrás, quando cheguei em Londrina, vinda do Rio de Janeiro, sem ter muita noção do frio que enfrentaria aqui. Todos continuam me esquentando muito bem, sempre que chega o inverno. Que tal fazer este folheto? Coloco-me à disposição, para ajudar.
NINA CARDOSO (psicóloga aposentada) – Londrina

Alemanha
Engraçado é que após aquele fatídico 7 X 1 da Alemanha na Copa do Mundo e no Brasil, no outro dia eu li aqui nesta mesma FOLHA declarações dos jogadores alemães, mostrando uma superioridade sem igual, disse que viu os jogadores brasileiros chorando em campo e achou estranho. O que eu vi nesta quarta-feira foi a mesma coisa e eles só perderam de dois a zero da Coreia do Sul. Afinal, isso que me dá medo: o que dirá de um time que leva de 7 para o outro, que perde de 2 para a Coreia do Sul.
MARCIO DICESAR BENASSI (escritor) – Sertanópolis

Onde? Eis a questão
Em 1960, na Vila Casoni, um comerciante adquiriu uma placa que dizia: "Não fale em crise, trabalhe" e acrescentou: "Aonde?" Logicamente, corrigindo o erro de português contido na frase, persiste através dos tempos, o desemprego, a falta de competência, de atitudes e de honestidade. Na pior crise do país, ninguém salva-se, justamente pela falta total de credibilidade em suas funções. Naturalmente não são apenas os políticos. Culpa maior para quem vota neles e continua reelegendo. Decida, mude! Onde estão os brasileiros?
MOISÉS DOS SANTOS (entregador de gás) – Londrina

■ As cartas devem ter no máximo 700 caracteres e vir acompanhadas de nome completo, RG, endereço, cidade, telefone e profissão ou ocupação. As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal.
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Confira os critérios para publicação de cartas no link
http://www.folhadelondrina.com.br/mY32725

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