Cobradores nos ônibus
Sou favorável à volta dos cobradores nos ônibus em Londrina ("Vereador quer obrigar o retorno de cobradores nos ônibus de Londrina" - Política 15-06). Do ponto de vista da segurança, mesmo que a presença desses trabalhadores não evite, eles podem inibir tentativas de atos ilícitos por alguns mal-intencionados, como roubos, assédios sexuais e danos ao patrimônio. Cobradores educados, atenciosos e bem informados podem ajudar os passageiros sobre os pontos que estes devem desembarcar, sem distrair o motorista. Caso os ônibus rodem sem cobradores, os motoristas que acumulam as funções devem passar a receber um adicional pelo serviço de cobrança e, inclusive, outro adicional por eventuais quebras de caixa. Por outro lado, pensando na geração de oportunidades de emprego para os menos favorecidos, em Londrina poderia se adotar um critério para selecionar cobradores de ônibus, dando preferência a pessoas do sexo feminino, pessoas com alguma deficiência física e aquelas pessoas com maiores dificuldade de obter emprego devido à idade.
ROBERTO YOSHIDA (autônomo) – Londrina

Falta de envolvimento
A Folha de Londrina traz, na coluna Giro pelo Paraná (Cidades, 14/06) a notícia de que em Maringá foram iniciados os procedimentos para a ampliação do seu aeroporto regional. A falta de envolvimento e objetividade dos prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais, senadores e também das entidades de classe de Londrina fizeram com que milhões de reais tenham sido gastos em nossa cidade e nada tenha sido revertido em prol do fomento no comércio, indústria e turismo. Nossas obras de ampliação da pista do Aeroporto Governador José Richa nem sequer começaram! Quem vai para Maringá de carro pode observar o quanto um grande parque industrial próximo àquela cidade evoluiu nos últimos anos e a nossa Cidade Industrial nem começou engatinhar. Vamos acordar Londrina, Maringá está bem mais articulada.
PAULO MAURÍCIO ACQUAROLE (aposentado) – Londrina

Confira os critérios para publicação de cartas no link http://www.folhadelondrina.com.br/mY32725

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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