OPINIÃO DO LEITOR
Rádios comunitárias
Em sua coluna de segunda-feira (11), Claudio Humberto cita o projeto de lei que autoriza as rádios comunitárias a captarem propagandas comerciais para sua sustentação financeira. Ele comete um ato falho em dizer que as radcoms foram capturadas por políticos. Nas mãos dos políticos estão grande parte das rádios comerciais do Brasil, que não aceitam a ideia de que uma radio comunitária precisa sobreviver para servir a sua comunidade, prestar serviços sociais nos bairros das grandes cidades ou nas pequenas cidades do interior onde são de grande importância para levar informações que não são veiculadas pelas rádios comerciais. As radcoms seguem uma legislação rígida criada e fiscalizada pela Anatel. O pedido de mudança na legislação se deve justamente para permitir a sobrevivência dessas rádios. A legislação não permite por exemplo que as rádios comunitárias firmem contratos ou convênios com governo federal para divulgação da publicidade federal, da mesma forma com o governo estadual, prefeituras e câmaras de vereadores; essa fatia do bolo é toda das rádios comerciais.
EZIDIO BIASI REDE (professor) Santa Cruz de Monte Castelo
Eleições
A grande maioria não quer um corrupto de esquerda na presidência, a grande maioria não quer um corrupto de direita na presidência e a grande maioria não quer um representante da ditadura na presidência! Em resumo: somos um povo maltratado por pessoas que há décadas nos roubaram e nos torturaram. Agora os representantes destes "sistemas de governo" pleiteiam nos governar. Isso tem que acabar. Somos um povo em franca mudança, não aceitamos mais sermos manipulados por políticos mal intencionados! Nas eleições que se aproximam vamos provar que não mais somos rotulados ou de fácil manipulação!
LUIZ FURTADO (vendedor) Londrina
CORREÇÃO
Sobre a matéria "Novo modelo de concessão pode baratear pedágio em 50%" (12-06), a ABCR ((Associação Brasileira de Concessionária de Rodovias) esclarece ter explicado que não era possível fazer uma análise tarifária sem conhecer o modelo de concessão, uma vez que as tarifas são o resultado desse projeto. A ABCR afirmou, inclusive, que as tarifas poderiam ser reduzidas, dependendo da nova modelagem que será estudada pelo governo, mas que não é possível fazer essa análise neste momento, antes da conclusão desse estudo
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