Revitalização do Bosque
Oportuna a matéria "Voluntários plantam orquídeas no Bosque de Londrina" (Cidades, 17/05), da jornalista Carolina Avansini, onde nada se falou ou se esqueceu do principal problema do Bosque, que são as pombas amargosas. A iniciativa de voluntários em plantar orquídeas nas árvores é bastante louvável. Tudo ficaria muito bonito se não fossem a amargosas. Quando floridas teremos lindas orquídeas encobertas de fezes de pombas com um cheiro nada bom. A solução do problema é eliminar a árvore ou a pomba. A pomba é complicado porque outras e outras virão. A outra solução, se deixarmos o saudosismo de lado, seria a eliminação total das árvores do Bosque, transformando tudo aquilo em um jardim ao nível do solo, com gramados e canteiros com flores de curta duração. Por outro lado, as árvores que estão ali não seriam extintas, pois estão presentes no Parque Arthur Thomas, na Mata dos Godoy, nos vales, na zona rural. O Bosque seria um local muito bonito se não fossem os problemas que ele apresenta por estar no centro da cidade. Com a palavra, a prefeitura, os antigos frequentadores e moradores do entorno do Bosque.
ALCIDES CONSTANTINO (corretor de seguros)- Londrina

Cuidado, sim!!!
Ótimo o artigo do amigo Osvaldo Santos Jr., (Opinião, 16/05), pioneiro de longa data como eu. É verdade que os eleitores, em grande parte, são levados a votar em nomes de candidatos muito manjados pelas atitudes espúrias. Seu posicionamento sobre o assunto está perfeito. No entanto, quero complementar dizendo que há ainda duas atitudes que o eleitor pode usar para ajudar a mudar as coisas: primeiro desconhecer candidatos que querem se reeleger. Esse instituto da reeleição já na sua origem veio maculado. Estão lembrados que para conseguir a aprovação dessa emenda constitucional, o então presidente Fernando Henrique Cardoso manipulou congressistas, inclusive com dinheiro, tanto assim que cinco deputados renunciaram naquela época por terem sido flagrados no caso. A reeleição é uma forma de perpetuação no poder e aí criam-se os candidatos que não querem largar o osso. O segundo aspecto é que há muito tempo já deviam ter votado uma emenda que não permitisse a formação dos feudos familiares. Nessa eleição agora há casos de pai querendo ser senador, esposa querendo ser governadora, filha para deputada, e não é caso isolado, tem muito mais disso!!! É, na hora de votar, todo cuidado é pouco para não eleger essa turma a que você se refere no seu artigo!
EDGAR BAER (advogado)- Londrina

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