OPINIÃO DO LEITOR
Renovação de CNH
Gostaria de entender as razões pelas quais o sistema de informatização do Detran, no que se refere à renovação de CNH, não direciona os atendimentos para as clínicas que estejam situadas nos limites das residências dos interessados, para que se faça o exame de aptidão física e mental. Moro perto do Hospital do Câncer (Jardim Petrópolis), local onde existem clínicas na Rua Silvio Pegoraro, na Avenida Bandeirantes, na Avenida Carlos Gomes, na Rua Raposo Tavares, na Rua Mato Grosso etc. E ao renovar minha CNH fui encaminhado para uma clínica lá da Rua Deputado Fernando Ferrari, no Jardim Campo Belo. Semana passada minha esposa foi renovar e foi direcionada para o Jardim Pacaembu (ao lado do Shopping Norte) e na última quinta-feira (3 de maio) minha nora foi encaminhada, pasmem, para uma clínica no Jardim London, que fica ao lado do Heimtal (nas proximidades da rotatória da Avenida Saul Elkind). Isto acarreta muita perda de tempo e despesas desnecessárias.
ANTONIO CARLOS FLAUZINO (aposentado)- Londrina
Situação de miséria
Cada cidade têm seus problemas, uns originados pela migração rural-cidade, outros em consequência de desavenças familiares e por aí afora. No entanto, todas essas problemáticas recaem sobre os ombros das autoridades que exercem cargos políticos. Foi publicada na FOLHA (Informe,04/05) a notícia de que os vereadores aprovaram o pedido de informação à prefeitura sobre o número de crianças e adolescentes em situação de miséria que vivem em nossa cidade. Esse fato nos conduz a analisar que não somente crianças e adolescentes, mas também adultos vivem às margens de viadutos e pontilhões na mais completa miserabilidade, se alimentando daquilo que sobra das sobras, com seus vícios incuráveis, são adultos que na maioria das vezes já conviveram em seio familiar, já conviveram em uma sociedade. Sabemos que é uma tarefa difícil, que para amenizar essa situação não basta apenas um programa social, mas a boa vontade e iniciativa de pessoas que tenham acesso aos recursos deliberados, não para ficar dentro de armários e gavetas, porém, para executar junto a essa sociedade que precisa de acompanhamento e auxilio, digo em parâmetro integral, desde o indivíduo até o familiar. Cada dia as ruas ganham mais um aderente à ela. Essa é a cidade que queremos, com menos transeuntes pelas ruas e calçadas, menos mocós, menos invasão de prédios desocupados. Essa cidade que eu quero.
ALGIMIRO SANTANA (acadêmico de enfermagem) - Londrina
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